Ao contrário do que você esperaria, vou falar mais sobre a geladeira que arrota. O caso é o seguinte: minha esposa Judith comprou uma geladeira nova. Daquelas de acabamento inoxidável, porta dupla e outras frescuras que não dizem muito ao sexo masculino.
Foi uma compra necessária, para substituir a nossa. Velhinha, depois de quinze anos prestando bons serviços à família, ela estava ficando muito folgada conosco. E gastadeira de energia elétrica que só ela. Tinha que ser trocada mesmo, né? (lembre-se: estou falando da geladeira. Não me complique lá em casa, por favor.)
Tentei não gastar o suado dinheirinho, mas você já ganhou alguma discussão com uma mulher em período de compras? Arrisque discutir com uma e você verá - ou sentirá na pele - o resultado...
Pois é. A nova geladeira trabalha de forma muito diferente da velhinha. Faz uns ruídos esquisitos o tempo inteiro, a intervalos irregulares. Gerôncio daria outro nome para os tais barulhos, mas eu vou chamá-los de perdigotos mesmo. Fica menos agressivo e mais elegante aos ouvidos.
Estes estalos e rangidos, uma vendedora capacitada (Monlevade possui, aleluia!) e um técnico prestativo e eficiente (aleluia de novo!) me disseram que são normais para o modelo. Tem a ver com revestimentos internos e com a capacidade de impedir a formação de gelo, nas paredes internas da danada.
A esta altura, você deve estar se perguntando: e daí? Bem, o caso é que a geladeira nova é mais barulhenta, contrariamente ao que eu esperaria. Modernidade, em se tratando de geladeiras, não deveria resultar no mesmo trabalho, só que executado mais silenciosamente?
Bom, a lição aprendida é que, às vezes, um retrocesso produz um avanço. É um paradoxo, mas é verdadeiro.
Se pudéssemos recuar, em algumas ocasiões pontuais, nossa vida talvez avançasse em rumos diferentes. Principalmente quando tomamos um rumo errado para nossas vidas, poder recuar é uma benção...
Quanto à matemática de Plutão, relaxe: é só um título chamativo, por enquanto. Não tenho tantas ferramentas de marquetingue quanto alguns de meus colegas blogueiros. Aí, só me resta utilizar as poucas armas que tenho.
O termo é para nos lembrarmos que, como o paradoxo da geladeira que arrota, nem mesmo os números são exatos o tempo inteiro. Para se ter uma ideia, levei um tempo absurdo de grande, no ano passado, para convencer um "matemático de Plutão" da Polícia Civil. A tese era que uma equipe de 13 policiais é uma equipe de 11 policiais, em alguns dias do ano.
Vou deixar esta explicação para depois, meus caros. Assim faço mais um marquetinguezinho. Só adianto a vocês que a resposta existe. Não na matemática clássica, mas somente na de Plutão. Tem a ver com uma informação adicional que, no momento, vocês não possuem.
Este tópico fica como aperitivo para a explicação e o desenvolvimento futuro do assunto. Se eu me esquecer dele, sintam-se livres para me cobrar, ok?
Um abraço fraterno.
Ah, a Agenda Oculta? Você adivinhou, gosto de geladeiras. Até das de querosene.
Foi uma compra necessária, para substituir a nossa. Velhinha, depois de quinze anos prestando bons serviços à família, ela estava ficando muito folgada conosco. E gastadeira de energia elétrica que só ela. Tinha que ser trocada mesmo, né? (lembre-se: estou falando da geladeira. Não me complique lá em casa, por favor.)
Tentei não gastar o suado dinheirinho, mas você já ganhou alguma discussão com uma mulher em período de compras? Arrisque discutir com uma e você verá - ou sentirá na pele - o resultado...
Pois é. A nova geladeira trabalha de forma muito diferente da velhinha. Faz uns ruídos esquisitos o tempo inteiro, a intervalos irregulares. Gerôncio daria outro nome para os tais barulhos, mas eu vou chamá-los de perdigotos mesmo. Fica menos agressivo e mais elegante aos ouvidos.
Estes estalos e rangidos, uma vendedora capacitada (Monlevade possui, aleluia!) e um técnico prestativo e eficiente (aleluia de novo!) me disseram que são normais para o modelo. Tem a ver com revestimentos internos e com a capacidade de impedir a formação de gelo, nas paredes internas da danada.
A esta altura, você deve estar se perguntando: e daí? Bem, o caso é que a geladeira nova é mais barulhenta, contrariamente ao que eu esperaria. Modernidade, em se tratando de geladeiras, não deveria resultar no mesmo trabalho, só que executado mais silenciosamente?
Bom, a lição aprendida é que, às vezes, um retrocesso produz um avanço. É um paradoxo, mas é verdadeiro.
Se pudéssemos recuar, em algumas ocasiões pontuais, nossa vida talvez avançasse em rumos diferentes. Principalmente quando tomamos um rumo errado para nossas vidas, poder recuar é uma benção...
Quanto à matemática de Plutão, relaxe: é só um título chamativo, por enquanto. Não tenho tantas ferramentas de marquetingue quanto alguns de meus colegas blogueiros. Aí, só me resta utilizar as poucas armas que tenho.
O termo é para nos lembrarmos que, como o paradoxo da geladeira que arrota, nem mesmo os números são exatos o tempo inteiro. Para se ter uma ideia, levei um tempo absurdo de grande, no ano passado, para convencer um "matemático de Plutão" da Polícia Civil. A tese era que uma equipe de 13 policiais é uma equipe de 11 policiais, em alguns dias do ano.
Vou deixar esta explicação para depois, meus caros. Assim faço mais um marquetinguezinho. Só adianto a vocês que a resposta existe. Não na matemática clássica, mas somente na de Plutão. Tem a ver com uma informação adicional que, no momento, vocês não possuem.
Este tópico fica como aperitivo para a explicação e o desenvolvimento futuro do assunto. Se eu me esquecer dele, sintam-se livres para me cobrar, ok?
Um abraço fraterno.
Ah, a Agenda Oculta? Você adivinhou, gosto de geladeiras. Até das de querosene.
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