quarta-feira, 18 de abril de 2012
Planejamento
sexta-feira, 3 de junho de 2011
Valeu, Belmar!
quinta-feira, 26 de maio de 2011
OP 2011 ou 2012, sei lá
terça-feira, 17 de maio de 2011
Pontualidade e gentileza
terça-feira, 26 de abril de 2011
Plante e colherás
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
Transporte coletivo por empresa pública
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
Retratos de um país não acontecido
domingo, 18 de julho de 2010
Números e uma realidade
sexta-feira, 18 de junho de 2010
Xeque na Gestão
quarta-feira, 12 de maio de 2010
Seriado antigo
sexta-feira, 23 de abril de 2010
Saúde
A má notícia? A saúde pública de João Monlevade é reflexo da saúde pública brasileira, que não está saudável há muitos anos.
A boa notícia? A nossa saúde pública não tem um único indicador geral de queda, seja em qualidade, seja em cobertura de atendimento, que possa ser traduzido em números concretos e auditáveis.
Peço que esperem e terão a oportunidade de refletir comigo onde está o maior problema do setor.
quinta-feira, 4 de março de 2010
Político - governante ou estadista?
sábado, 27 de fevereiro de 2010
O buraco do Margarida
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
Choque de Estado
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
Pérolas do Max - Sua utilidade e seu valor real
"Você executa há muito tempo a mesma função. Sempre elogiado pelo chefe, mas nunca promovido nem recompensado. Um dia, aproveita um momento de ótimo humor do seu chefe e pergunta-lhe sobre a chance de uma promoção ou incentivo financeiro. O chefe fica ofendido e passa uma semana de cara amarrada. E agora?"
Resposta do Max:
"Você precisa procurar outro emprego. Se conseguir uma proposta melhor, irá demonstrar que seu chefe não estava avaliando corretamente seu desempenho. E poderá negociar sua permanência em bases melhores para você. Se não conseguir outra proposta melhor, descobrirá que seu chefe, afinal, tinha razão. E sua vida profissional neste lugar terá acabado, quer você queira, quer não."
Minha análise:
Este é o maior dos problemas que uma organização produtiva costuma enfrentar. A presença dos Zumbis funcionais, gente que se achou melhor do que realmente era. Ocorre com mais frequência em Instituições sólidas, que já existiam antes de nós nascermos e que, provavelmente, continuarão a existir depois que morrermos.
Se você trabalha numa destas Instituições, prepare-se para ser avaliado pelo que você realmente representa, e não pelo quanto acha que vale. Uma engrenagem fundamental ainda é menos importante que o conjunto do motor. Trocar uma engrenagem pode até sair caro, mas trocar o motor inteiro custará infinitamente mais. Pense nisso.
Gente menos qualificada está avançando? Amigo, reveja seus conceitos. Quase com certeza a qualificação dessa gente reside não no que você vê, mas no que seus chefes veem. Cristalino como água, mas nosso ego teima em nos ludibriar neste quesito pontual.
Faça mais. Faça melhor. Tome iniciativas, mesmo sabendo que muitas delas serão esquecidas e outras, não aproveitadas. Mas a vida é assim mesmo. Caso contrário, todo mundo ganharia na loteria toda semana, e o mundo seria cor de rosa com sabor de algodão doce, não é mesmo?
Faça sempre mais pelos outros, porque indiretamente você estará fazendo mais por si mesmo, que é o melhor investimento que existe neste mundo. E enquanto isso, não ponha preços a menos que você seja convidado formalmente a fazê-lo. O contrário significa asfaltar o seu caminho em direção à rua. Isto é doloroso e, muitas vezes, irreversível.
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
Coveiro = Mode On - Há quase um ano atrás...
Caos
Do grego kháos - Total confusão ou desordem, cortesia do pai Michaelis. Eis o retrato do trânsito em João Monlevade e, em geral, em quase todas as cidades do país.
Hoje tive um flash do que nos aguarda em tempo breve. Subindo para Carneirinhos e vindo do Baú, observei um idiota atravessar o sinal vermelho da junção da Av. Cândido Dias para alcançar a trincheira. Dois veículos que trafegavam à minha frente tiveram que reduzir bruscamente para evitar as colisões.
Logo à frente, um outro condutor não menos estúpido efetuou uma conversão proibida à esquerda para chegar à Av. Getúlio Vargas a partir da Wilson Alvarenga. Poucos segundos eram passados desde a primeira aparição de um imbecil no meu caminho.
Não tive tempo para me impressionar ou sentir raiva. No cruzamento com a Rua do Andrade, o provável pai dos imbecis anteriores virou à esquerda no sinal vermelho para me fazer perder a fé no ser humano de vez. Ou pelo menos na média dos "motoristas" de nossa cidade.
Resolvi fazer um estudo empírico e instantâneo. Deixei o carro em casa e desci a Avenida Getúlio Vargas a pé, para analisar com cuidado o que acontece no hipercentro de Monlevade.
Primeira constatação: Não importa que o comércio esteja às moscas, sempre haverá uma fila interminável de veiculos estacionados ao longo da dita cuja. Com as lojas cheias, vá lá: a economia local precisa de fluxo monetário e o preço a pagar em falta de estacionamento rotativo chega a ser justo. Já com o comércio vazio, nós, os babacas de plantão, estamos bancando estacionamento a preço de banana para os espertalhões de sempre.
E não aceito a chorumela de que há comércios que "gastam" muitas vagas: os supermercados tem estacionamento privado, por exemplo.
Na Avenida Wilson Alvarenga, outro desatino: nada menos que 21 veículos estavam estacionados na zona de restrição de horário (16 às 19 horas) no horário de restrição - eram 16h35 quando iniciei a vistoria desde as proximidades do Centro Educacional até o inicio da Av. Gentil Bicalho.
Nem vou comentar sobre as faixas de pedestre, que parecem significar o que significam só no resto do mundo. Aqui em Monlevade, não! Nem sombra de chances para qualquer pessoa atravessá-las sem um bom seguro de vida, pago em dia.
Os carros na calçada, as filas de ônibus que não possuem horário planejado, etc...etc.. vou deixar de comentar. Imaginem por si mesmos, se já não vivenciaram.
Soluções? Ordem no caos. Fiscalização e multas, com gosto e com vontade. Os cofres da prefeitura agradecerão e a crise mundial é um ótimo pretexto. Vamos humanizar as bestas-feras pelo bolso. Pontos onde aplicar a verba adicional não faltam, inclusive no recapeamento asfáltico que hoje é urgentíssimo, já que não o foi nos últimos dez anos.
Educação no trânsito? Meu amigo, a maior realização da miríade de autoescolas que militam na cidade é povoar o bairro República com treinamento intensivo para aprovação de exames da CNH, e nada mais relevante. E a educação de burros velhos é ilusória, só entendem mesmo a punição financeira.
Planejamento e ação, eis o binômio que resgatará nosso direito de parar o carro por até uma hora no hipercentro de Monlevade para comprar, por exemplo, uma nova calça ou uma camisa bacana. Este gesto simples vale mais para a cidade que qualquer jumento motorizado ir comer um churrasco de calçada pagando 50 centavos por hora pelo carro parado - quando paga - e depois ir barbarizar o trânsito com birita no sangue e titica na cabeça.
O maior problema de trânsito em Monlevade não é o fluxo de veículos, é a falta dele e do espaço para que o mesmo flua com bom ritmo. Esta é a meta a ser buscada: fluidez de tráfego.
Obs: O trânsito urbano já fez vítimas graves este ano em João Monlevade. Dá o que pensar...