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sexta-feira, 23 de março de 2012

Cleber Rumbelsperger


Guardem bem este nome. Este "advogado" colou suas mandíbulas numa vítima e e está tentando o mesmo com outras vítimas futuras. O nojo e o asco são terríveis de suportar nessas horas. Cliquem no link logo ali em cima para se inteirar melhor.

O maior medo que tenho é o de que, um dia, a estupidificação já não me assuste mais, já não me apavore mais.

quarta-feira, 21 de março de 2012

Na casa do "Beto Abelha"

O último encontro que o Partido Verde teve com Gustavo Prandini, em 2008, foi na casa do simpático "Beto Abelha" ali no Mangabeiras. Foi uma oportunidade de - à época - vermos aclaradas muitas coisas que até o momento se revelavam meio obscuras ou indecifráveis. A eleição havia passado e era hora de bater um papo, sem as tremendas pressões de campanha.

Foi a primeira vez em que vi um Gustavo Prandini firme, objetivo e direto em uma fala.

"-Gente, acabou a campanha, saímos vitoriosos e é natural que haja aspirações e projetos entre vocês que auxiliaram na caminhada. Vamos ser realistas, né? Daqui, deste grupo, não vai sair primeiro escalão de governo. Política não deve ser encarada como ação entre amigos ou brincadeira de adolescente. A boa prática política nos fala que temos que ser responsáveis, seguros e cautelosos nos primeiros passos."

Desconforto geral. Eu, Célio Augusto de Lima, afirmo que ali não havia um único para-quedista de cargo público, que já não tivesse chegado "pré-nomeado" à reunião. Sempre foi o método de governar adotado por esta cúpula: coisas prontas e acabadas serão sempre apresentadas como fator de diálogo e busca de entendimento para implantação.

Hoje, três anos e meio depois, duvido que algum dos presentes no "Beto Abelha" e que não fosse "pré-nomeado", esteja entendendo porque tanta dança de cadeiras e de nomes nos cargos-chave de governo. Mal dá para a gente decorar um e já vem outro...

Três anos de conselhos bons jogados fora é muita coisa. Pode até ser que este governo se reconduza ao poder, mas falta muito ainda em si mesmo de capacitação, para entender o que é a arte política. Não se trata de trocar os nomes, gente. Trata-se de estabelecer os rumos, o norte, a definição do comando consciente e a eleição de um grupo pensador central, um colegiado de gestão que iria dividir riscos e lucros, dividendos e eventuais prejuízos.

Do jeito que caminhou a coisa toda, há um bando enorme de aventureiros e mercenários que sairá do governo sem um arranhão na própria imagem. Quanto ao futuro da imagem do Prefeito Gustavo Prandini, perguntem-me daqui a um ano.

quinta-feira, 15 de março de 2012

Hoje não deu...

Fiquei devendo a atualização do blog por hoje, gente. Peço desculpas mas o trabalho pesou demais. Reafirmo que o blog e minha profissão não devem se misturar além do mínimo necessário, por questão pessoal e ética. Sei que vocês entendem.

Não vou comentar sobre a imensa tristeza de ver uma mãe enterrar um filho, que ainda nem começou direito a viver. É uma dor que ninguém merecia passar nesta vida. 

Também não vou comentar sobre a dor que eu sinto nestes casos. Vai que aquele anônimo antigo e especial ainda está por aí, vigiando pra ver se eu aprendo a me comportar como um robô e a largar meu emprego (porque eu não o mereci através de um concurso público concorrido...)

Na medida do possível, fiquem com Deus e até amanhã.

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

A irmã dor

A coluna está me lembrando que eu sou feito de carne e osso. Quase não dá para me movimentar direito desde Segunda, a não ser com toneladas de analgésicos e anti-inflamatórios. Peço desculpas a todos a quem eu estou devendo uma visita, e mando um abraço bem grande para compensar.

A dor do corpo é nossa irmã. Uma irmã mais velha, que lembra o quanto a gente é frágil e passageiro nesse mundo.Que nos aconselha a diminuir o ritmo, a pensar em coisas ainda mais importantes, a valorizar cada minuto vivido com qualidade.

E mesmo assim, ninguém quer ver a dor se apossar da vida de outras pessoas. Nem a dor física que é suportável, nem a dor da alma que não é. Até quando o descaso vai fazer gente como nós sofrer a dor da alma, da perda de quem se vai para não mais voltar?

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Deixa queimar

Todo o ano, a mesma coisa. O inverno seco é característico de nossa região e começa a partir do fim de Maio. Estende-se até o início de Setembro, onde toda a vegetação está completamente esturricada pela estiagem longa.

E todo o ano, de Agosto em diante, os monstros e bestas feras saem de casa com um ódio incompreensível no espírito, para atear fogo no que encontrarem pela frente e que lembre qualquer vegetação. É insanidade pura, porque é com hora marcada. Graças a Deus ainda são uma minoria esmagadora, mesmo que causem um estrago monstruoso.

Temos que chamá-las de pessoas, em nome do nosso próprio conceito de dignidade. Mas são pessoas que precisam de tratamento psiquiátrico profundo. No mundo inteiro é assim, onde não estiver chovendo por causa das diferenças de clima.

Qual seria a razão para essa falta de humanidade? Eu já começo a pensar que nós, homens, somos apenas uma doença crônica, que drena a vida do planeta inteiro aos poucos. Vamos matá-lo mais cedo ou mais tarde.

Como carrapatos que, alucinados por sua própria ganância, estão se lixando para o destino do boi onde se alojaram. Sempre haverá mais bois por perto.

A diferença entre o caráter dos carrapatos e o nosso é que nós não teremos outro boi por perto para sugar. O planeta Terra é um só.

Que venham as chuvas. Mais uma vez, estamos contando com a natureza para nos salvar de nossa própria e monumental ignorância.

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Um momento fugaz

Eu estava na Rua Ricardo Leite ontem pela manhã, como já postei, procurando um aparelho de DVD para comprar. Entre as duas lojas que visitei, vi um ônibus azul, adaptado apara pescaria, com alguns senhores batendo um papo feliz e descontraído.

Chamou minha atenção o apelido (talvez) do ônibus: "Talismã". E o nome de um dos barcos: "Chalana", que era possível ver também no teto do ônibus. Hoje minha esposa Judith me falou de um monlevadense que faleceu na estrada, próximo a Uberlândia, que viajava de ônibus para pescar no Pantanal.

Vi agora no Blog O popular uma fotografia de um veículo acidentado, e chorei muito. Tive quase certeza que era o "Talismã", daqueles senhores descontraídos e risonhos. Nunca torci tanto na vida para estar errado. É muito triste saber que um momento fugaz nos magoa tanto.

Por um momento fugaz eu vi pessoas, que trabalharam uma vida inteira e se dedicaram a tantos projetos, na expectativa de curtir momentos de alegria merecida. Por um momento fugaz, talvez, o destino interferiu onde não precisava.

Não conheço o senhor Sebastião Camilo nem sua família, mas imagino o quanto de tristeza e dor estão envolvendo o lar dele. Só Deus pode fazer com que a gente aceite este tipo de momento, que costuma não ser fugaz. E não temos a capacidade para entender.

Os nossos queridos sempre vão cedo demais.

terça-feira, 5 de julho de 2011

A primeira vez a gente nunca esquece

Nunca imaginei que veria isso acontecendo no Brasil: uma lei federal de qualidade inquestionável, a que estabelece o Piso Nacional de Salários para os profissionais da Educação Básica, foi editada. 

Não foi editada como algumas outras no país, que nascem para não fazer diferença alguma. Foi pensada como um passo, pequeno mas decisivo, para mudar a História do Brasil. Foi pensada como um mecanismo coerente, com fonte de custeio garantida e com um gatilho de segurança para que os gestores se valessem de ajuda do Tesouro Nacional, se preciso fosse, a fim de transformá-la em algo efetivo e funcional.

Mesmo após toda a lenga-lenga que se espera de qualquer legislação dignificante que seja promulgada no Brasil, eu imaginava que após o STF decidir o que é Piso e o que é vencimento (são a mesma coisa) os gestores municipais e estaduais levariam menos de 60 dias para se posicionar.

O que estamos vendo não existe. É surreal e insano. O Brasil quer jogar nas costas dos professores uma conta que é da imbecilidade geral da nação: gostamos de ser atrasados. O Brasil quer ser o maior "roção" do planeta.

TUDO BEM, MAS À CUSTA DE CULPAR OS PROFESSORES NÃO VAI COLAR. PONTO FINAL.

Quem tem condições de pagar imediatamente que pague. Quem não tem condições de pagar já teve tempo mais do que suficiente para provar isso. Que recorra ao Tesouro Nacional e os profissionais da Educação serão finalmente dignificados em pequeno grau. Porque não se está falando de uma revolução no ensino. Está se falando de um pequeno e decisivo passo, em direção contrária à das trevas que sempre estiveram rondando o país neste aspecto.

Chega de governantes que se autoproclamam modernizantes e atuam como senhores feudais da Idade Média. Chega de mentiras, falácias, engodos e pantomimas. Chega de gostar do atraso e da ignorância.

Há pouco tempo, até a maconha teve uma "Marcha" para chamar de sua. Isso só aconteceu porque nunca, na história do país, houve uma Marcha Pela Educação.

Precisamos evoluir para além da Era Medieval. A hora é agora e o lugar é aqui.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Mão grande


Só consegui pensar uma coisa quando vi essa matéria: "Pô, o talento natural desse aí não deveria ser o roubo?".
Ê Brasil... só aqui um elemento consegue desperdiçar seus "talentos naturais" e enveredar por outros caminhos para os quais não está preparado. E assim vamos caminhando a passo de formiga e sem vontade, como disse Lulu Santos. Bora pagar gasolina mais cara e imposto de renda mais alto, meu povo?

sábado, 16 de abril de 2011

Quando o ser humano fracassa



Por mais que seja protegido acima de todas as outras espécies, o homem pode se comportar como um animal que não merece a proteção ampla, geral e irrestrita. É opinião, e portanto algum de vocês pode discordar, mas não acredito que um bicho asqueroso como esse deva continuar vivendo entre outros seres humanos. Simplesmente não vale a pena.



quinta-feira, 7 de abril de 2011

Terrorismo?

A tragédia que ocorreu no Rio de Janeiro, me perdoem os "especilaistas" que irão abrir a boca, tem muito mais contornos de demência psicótica isolada. Que os "especialistas" se ocupem de pensar o futuro a partir deste evento monstruoso, para só depois tirar suas conclusões. É tudo que peço.