Mostrando postagens com marcador tempos modernos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador tempos modernos. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Ela me faz tão bem

A inquietação é boa. Ela nos faz perceber coisas além do que os olhos são capazes de perceber. E isso é o que diferencia as pessoas que vivem, daquelas que estão apenas lutando para sobreviver neste mundo. O inquieto é, por definição, o ser humano livre.

Ah. a inquietação com o rumos das coisas. O rumo das pessoas. O rumo dos destinos e dos ventos. Quem é inquieto pode gerenciar as mudanças que o  ambiente agradece quando recebe. Já o muito manso está fadado a virar um elemento da paisagem. É visto, mas não tem como ser lembrado.

Sejamos mais inquietos. O mundo precisa...

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Dias de chuva

Eu sempre gostei deles desde criança. Só o direito de sair correndo pelas enxurradas já valia quase todo o dinheiro do mundo! Hoje minha relação com a chuva é mais madura, porque a gente (mesmo sem querer) envelhece.

A paixão vira amor, respeito, carinho e preocupação. A chuva continua sendo "arroz e feijão caindo do céu" como antigamente. Mas também significa que as casas de muitos irão descer pelas encostas, que vários pais e irmãos e mães e irmãs ficarão em alguma ribanceira de estrada...

Enfim, parece que a chuva também madureceu e se revoltou de alguma forma. Não dá para condená-la, porque se existe uma raça que empesteia o planeta é a nossa. Nós estamos deslocados aqui. Somos nós que não fazemos parte natural dessas paisagens lindas que o mundo ainda tem.

O mais certo a fazer, então, é agradecer os dias de chuva por eles existirem sem depender de nós. Se dependessem disso, talvez eles nem fossem o anúncio dos dias de sol que ainda virão.

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Genial e Positivo!


Nada de se separar do companheirão de tantas batalhas com mágoa, revolta ou arrependimento! Veja algumas formas bacanas de promover uma separação amigável...


sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Vaidade e obsessão?


Eis um fenômeno dos novos tempos. Sou insistentemente cobrado pelos meus filhos para ter contas no Orkut, no Facebook e no Twitter, no Quepasa, no Linkedin e no escambau. Entendo a ansiedade dos dois, e não entendo de forma alguma.

Porque sou pai na vida real em volume muito mais considerável. Sou uma pessoa de carne, osso, dúvida e esperança, fé e vontade. Assim é que me entendo e assim é que me gosto. Estar no mundo virtual é um prazer e um sacrifício. Como prazer, deve ser aproveitado com moderação. Como sacrifício, deve ser utilizado por mim mesmo como aprimoramento.

Os cientistas do estudo relacionado no link tem as suas razões. Eu prefiro ter as minhas razões, que são paralelas e esbarram em alguns pontos de convergência. O fato de as pessoas estarem se infantilizando na rede é, a meu ver, apenas reflexo de uma infantilização que elas possuem na vida real. E que pode ser ampliada pelos mecanismos virtuais de interação, mas dificilmente será criada por eles.

O Drops é espaço de autopromoção. Eu prefiro pensar que ela acontece de forma serena e não agressiva, e isso pode não corresponder ao pensamento de quem comparece aqui para conhecer o que penso e quando penso. Tenho que respeitar essas divergências naturais.

Utilizo o Twitter com moderação e imagino que, mais cedo ou mais tarde, vá utilizar o Orkut e o Facebook. Talvez somente um dos dois, porque cumprem uma mesma função. Apenas tenho que encontrar o tom certo; não imagino um mundo melhor se nesse mundo houver uma necessidade minha de mostrar a um número maior de pessoas alguém que eu não seja na vida real.

Até o momento, não me infantilizei. E vi dezenas de pessoas utilizar redes sociais sem cair nessa roubada. Portanto, a teoria deve ser analisada com muito cuidado e critério, para não parecer apenas a linguagem de cientistas de comportamento que ficaram congelados no tempo.

Minha preocupação maior é com a infantilização das ruas. Sem ela, não haveria a infantilização virtual.

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Tecnologia assustadora

É incrível a precisão dos sistemas de satélite que estão orbitando o planeta Terra. Já foi lançado um sistema que permite o rastreamento de qualquer pessoa pelo número do telefone celular (se for GSM) que ela carrega consigo.

segunda-feira, 21 de março de 2011

Instigando a análise

Quando o dinheiro não cabe no mês, estamos diante de um brasileiro mediano. As contas são mais velozes que o salário, para a grande maioria. Quando o mês não cabe no dinheiro, estamos diante de um enigma. As contas estão vindo mais devagar ou o mês está ficando mais rápido? Ah, deixei de abordar o uso consciente do dinheiro não porque não exista, mas porque não é um enigma.

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Tudo no automático


O Drops hoje está funcionando à base de publicação programada. Espero que vocês me perdoem pelo fato, mas está difícil reservar um tempo para ficar na frente do computador preparando as postagens. Este blogueiro não é blogueiro profissional, né? Aliás, a categoria nem existe.

Assim, se houver comentários a moderar, será a partir das 18h30, se o plantão pericial permitir. Espero que sim, porque quanto mais eu trabalho mais violenta a região está, infelizmente.

Um grande abraço a todos.

sábado, 27 de março de 2010

Lavando roupa, lendo Jorge Amado, Preparando uma caçada


Algumas coisas em mim são muito atípicas. Ainda bem, porque eu não gostaria de ser só mais do mesmo. Um Sábado em que gasto minhas energias em três coisas que sei fazer, sendo que duas delas eu gosto de fazer, não deixa de ser estimulante. Pena que lavar roupa seja um pé no saco...

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Uma parede contra a história de JM

Quando o ônibus se aproximava de uma das últimas curvas do trajeto, à direita, sabíamos que um modo novo de ver o velho se aproximava também. Que fosse uma outra volta na Praça do Mercado, uma esticadinha no Grêmio, uma pulada nos pastéis do ponto final.

Se fosse para tentar um novo filme no Cinema, melhor que a "censura" estivesse de acordo. O pessoal da portaria era implacável. Já para dar uma "bicada de olho" nas meninas do Estadual, não havia tanta dificuldade.

Mais flexíveis, por assim dizer, eram os trocadores dos ônibus. Acho que a maioria desconfiava que, se fosse cobrar a passagem, a gente não ia ter dinheiro para o ingresso do cinema. Ou pelo menos ia faltar o da pipoca...

A memória pode ter hierarquias? No caso do centro de Monlevade, os cheiros e sons, as cores, os fatos, tudo se confunde de um jeito estranho na minha cabeça. Deve ser porque o coração dói demais nestas horas, pensando em tudo que eu tinha e não tenho mais. E eu passei uma infância achando que não tinha nada.

A pobreza tem a ver com a falta de memórias. Se nos lembramos, descobrimos que fomos ricos de alguma forma.

Meus filhos herdaram uma parede. Muito sólida. Está lá, na base do Morro do Geo, e nada diz para eles. Cinzenta e medonha de tão feia, para quem se lembra o que havia por trás dela.

Muro de Berlim? A história dele é outra. Temos o nosso Muro e, agora, não adianta sequer que ele venha abaixo. O que ele separou, cuidou de matar por dentro.

A siderúrgica não pode pedir nada a Monlevade. E, por mais que ofereça, ficará devendo pelo resto de sua existência aqui. Ela levou um mundo inteiro de lembranças de vida em troca do que ofereceu. Se algum maluco de pedra arriscar fazer as contas, não será um monlevadense nascido antes de 1970.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Drops no twitter

twittdropsdesanidade

A-ha!!! Blogueiro e, agora, twitteiro. Falta o Orkuteiro, mas só depois que eu aprender como me portar nestes ambientes perigosos. Qualquer ajuda é bem vinda!

Vamos ver como é possível ao Drops/Agenda, dizer muito com pouco.

See you on!