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sexta-feira, 27 de agosto de 2010

CSI em Nova Era?


Pagando uma promessa que fiz hoje de manhã, diante de um grupo de alunos da E.E. N. Sra. De Fátima, aqui está a postagem comentando a experiência de trocar experiências, entre este pobre Perito Criminal e a "fome de CSI" - no bom humor - que me aguardava.

Algumas coisas não podem ter preço, mesmo. Senão a gente dava um jeito de avacalhar com elas. Até o fim da vida, vou levar na memória a super recepção que tive, com o carinho da pequena galera, com a formulação de perguntas extremamente contextualizadas, com a curiosidade sendo um universo muito maior que a minha competência para satisfazer esta curiosidade.

Tentar colocar no Blog um resumo do que vivenciamos na Escola seria tolice. Não haveria espaço suficiente para isso. Vai uma sinopse: houve bom humor, interação, troca de valores e de fundamentos éticos e de convivência, pequenas dinâmicas em que eu tentei passar um mínimo do que seria nosso trabalho, e mais.

Levei meus filhos, e a experiência deixou-os maravilhados da mesma forma. Espero que a parte da família Lima que compareceu não tenha desapontado ninguém, porque pretendemos continuar bem vindos à Nova Era...

Não sei se foi possível mostrar alguma coisa que possa ter marcado aqueles jovens, de forma positiva. Tudo o que temos, a cada dia de nossa vida, é esperança de ter feito escolhas corretas. A confirmação só vem se o outro com quem dialogamos nos apresentar seu ponto de vista.

O espaço está aberto para os alunos e para os profissionais da Escola, conforme prometido e conforme o meu pedido de que dessem uma passadinha por aqui, para reverberar o acontecimento. Promessa cumprida, galerinha! Se algum de vocês vier, saiba que é muito bem vindo, sempre.

Ah, eu imaginava que nós, brasileiros, estivéssemos mesmo influenciados demais pelo CSI. Pelo contrário, a audiência de hoje me mostrou que estamos bem preparados para receber um choque de realidade, mesmo que desfavorável se considerarmos o entretenimento policial que a TV pode oferecer. Mais um ponto a favor do pessoal, com certeza.

Espero ter atendido, pelo menos em parte, ao que vocês esperavam de mim. E se houver uma oportunidade, mandarei um Perito Criminal bonito e solteiro, junto com uma Perita Criminal bonita e solteira, reeditar o encontro com vocês. Muito obrigado do tamanho do mundo a toda a Escola, e vamos torcendo para que o AFIS e outros sistemas de inteligência forense tornem-se realidade no curto prazo.

Um grande abraço a todos!

quarta-feira, 21 de julho de 2010

1980


Havia um certo medo, sempre, de que a Polícia adentrasse e pusesse muita gente para fora. Os tempos eram outros, e os ambientes eram proibidos para menores. A iluminação era sempre muito pouca, salvo um brilho mais destacado aqui e ali. A fumaça dos cigarros era onipotente, já que os tempos eram politicamente incorretos.

Mas uma vez dentro de uma dessas "casas", após vencer todas as barreiras, qual delas iríamos escolher primeiro? As opções eram tantas! Mais jovens ou mais vetustas, com mais ou com menos curvas no corpo? Mais discretas ou mais escandalosas? Na frente de todo mundo ou num cantinho mais afastado?

Todo mundo que nasceu ali pelo final dos anos 60 passou pela experiência. Hoje, ela já não faz nenhum sentido, os tempos são muito outros e aquele tipo de "romantismo" se perdeu. Mas eu lembro que minha primeira vez numa destas casas foi em BH, numa rua de índio que eu não lembro mais se Tupis ou Tupinambás.

A Internet, hoje, pode tudo. Até reproduzir aquele clima de "primeira vez", mesmo que de um jeito proibidão para os loucos anos 80. Resolvi abrir parte da minha vida pessoal porque encontrei algo muito parecido com minha primeira vez. Ai, que saudade!!!

Dêem uma olhada, mas saibam que hoje já não há nada parecido, em lugar nenhum, com aquelas "casas" suspeitas...


terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Viagra até onde a vista alcança

Senhoras e senhores, meninos e meninas, é com muita insatisfação que lhes apresento o novo tipo de spam que vai lotar sua caixa de entrada, junto com todos os outros que já temos de nos preocupar com no dia a dia. Com vocês: as propagandas de Viagra!!!
Se houvesse anúncio de spam, esse seria um ótimo jeito de apresentá-los. Agora além de todos os spams com assuntos variados, vamos ter que nos preocupar com propagandas de Viagra. Até passa receber esse tipo de "incentivo" se você já teve um dinossaurinho de estimação. Quando se é uma garota e só se tem 13 anos, há um milhão de coisas mais importantes pra se pensar.

É realmente muito chato quando você tem que abrir seu e-mail e dar de cara com mais de 150 propagandas do gênero. Muuuuuuuito chato. Garanto que quem fica espalhando spam pra tudo quanto é lado seria muito mais útil se ocupasse o tempo que gasta fazendo isso trabalhando. Além de ganhar mais dinheiro e de forma ética, pouparia muitos dos nossos neurônios.

Porcaria por porcaria, seria muito mais legal receber spams das Plush Poison, Menininhas, Revista Capricho ou Atrevidinha...

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

O drama das pulseirinhas de plástico

Quem nunca viu aquelas pulseirinhas de plástico ou silicone que muitas vezes crianças e adolescentes usam como enfeite? Ninguém, não é. O que a maior parte das pessoas não sabe é que por trás daqueles adornos coloridos existe um “jogo” sexual criado na Inglaterra, em que cada cor de pulseira representa um ato oferecido a aquele que arrebentar a pulseira, desde um abraço a uma relação sexual completa...

Paramos por aqui. Depois de ficarem sabendo disso, muitos pais por todo o país praticamente entraram em pânico, proibindo os filhos de usar as pulseiras para que não mais participassem do “jogo”, temendo que não soubessem ou, pior ainda, que soubessem e que ainda assim quisessem participar. A esses pais, reflitam sobre os seguintes aspectos:

· Não é só por que os Ingleses usam as pulseiras para um jogo que os brasileiros têm que usá-las para a mesma coisa.

· Se o seu filho for uma dos muitos que só usa a pulseira com fim estético, seria justo proibi-lo de usá-la só por que alguns usam para o “jogo”?

E para os adolescentes e crianças cujos pais são contra o uso dessas pulseiras, pensem no seguinte:

· Será que seus pais não gostam das pulseiras só por que são velhos e “caretas”? Eles podem muito bem estar somente preocupados com vocês, porque como a maioria de nós faz questão de lembrá-los: Eles não são a gente, e, portanto não têm como saber para que usamos as pulseiras e se sabemos o que elas significam.

Se todos pensassem nisso, o drama das pulseiras de plástico já estaria resolvido há muito tempo.