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quarta-feira, 16 de maio de 2012

Só na Justiça?

Quando o DAE-João Monlevade abriu uma vala na Rua Padre José de Anchieta, no Bairro República (para instalar a tubulação que levaria água até a caixa d' água) eu já sabia que a vala iria ficar como uma lembrança do feito histórico. Mas não imaginei que seria por tanto tempo.

Hoje, para acessar a minha rua, estou tendo que travessar a voçoroca em que já se transformou a maldita vala aberta e ainda não fechada. Se fosse só pelo prejuízo que isso está causando nos carros, tudo bem. Bens materiais são apenas isso.

Mas existe um risco muito maior: pela profundidade atual da voçoroca, já estamos tendo que diminuir muito a velocidade para fazer a conversão de acesso à Rua Café filho, e isso está colocando em risco nossas vidas. Porque a Padre José de Anchieta é ladeira e o pessoal não desce a 40 km/h. 

Minha esposa está correndo risco de morrer, meus vizinhos estão correndo risco de morrer, eu estou correndo risco de morrer por causa da voçoroca no asfalto. Não estou vendo outra alternativa senão a de impetrar um Mandado de Segurança contra a Administração Municipal, pelo nosso direito de não morrer devido a um erro primário e estúpido, além de recorrente e antigo. 

Mas deve existir algo muito mais importante na pauta de serviços, claro. Talvez tomar para si o resultado educacional de 2009, estrela da VEJA, que é fruto da tradição monlevadense de bem ensinar desde 1973, que é quando eu entrei na escola D. Jenny Faria e obtive uma educação de muito valor. Viva-se com um barulho desses!

terça-feira, 15 de maio de 2012

Educação de Monlevade em destaque

Sempre é bom ver que o trabalho árduo está sendo reconhecido. Saber que Monlevade está bem posicionada em qualquer ranking nacional de Educação tem mais é que nos fazer orgulhosos. E a Revista Veja traz, esta semana, uma notícia muito boa neste sentido.

Parabenizo de antemão aos bons professores de João Monlevade. sem eles, nada disso estaria acontecendo. E vou aguardar para ler a matéria completa, porque já observei movimentos que buscam a "paternidade" exclusiva desse filho bonitão e saudável. Somente depois disso vou elaborar uma postagem sobre o assunto.

Minha experiência de vida está me ensinando a ser cauteloso quando o assunto é dar a César o que é, definitivamente, de César.

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Cantinho do Juvenal - Faixas assimétricas

Hoje vamos dar um joinha nas faixas de pedestre, ok? Juvenal, peça um estudo mais técnico para modificar o posicionamento daquelas que ficam muito próximas dos cruzamentos. Cabeças modernas e pensantes criaram as faixas assimétricas, de maneira a que quando um motorista pára para um pedestre, seu veículo não fecha o cruzamento em que ele trafega naquela hora.

Isso evita congestionamentos e oferece mais segurança aos condutores, sem falar que incentiva os mesmos a pararem diante das faixas corretamente localizadas. Fica a dica! Não vamos desperdiçar o talento e o trabalho de engenheiros que calcularam as vantagens do uso de faixas assimétricas no trânsito.

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Cantinho do Juvenal

Vou abrir esta seção como forma de ser solidário, ao desqualificado (segundo suas próprias palavras) e gratificado além do salário Chefe do Settran em João Monlevade.

Vamos começar pelos sinais de trânsito: são caros de manter e pouco eficazes para volume de tráfego sem muita expressão. Colocá-los ou não em alguma via pública é discricionário (depende só da vontade) mas colocá-los corretamente depende de técnica.

E devem ser - TODOS - temporizados de forma a haver um "lag" entre os focos luminosos. Isso significa que o foco verde de um cruzamento só pode se acender cerca de três segundos após o foco vermelho da via transversal ter acendido. Não vou ensinar o porquê, já que não sou gratificado e quem trabalha de graça é voluntário de ONG, o que a Prefeitura Municipal definitivamente não é.

Focos temporizados nos sinais de trânsito: ajeita isso, Juvenal, por favor!

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Identificando um bicho estranho


Motoristas e pedestres de João Monlevade, hoje nós vamos identificar um bicho estranho, mas muito útil: a faixa de pedestres. Estão vendo o conjunto de faixas brancas e retangulares, pintadas no asfalto na fotografia ali de cima? Pois é...

Elas representam a faixa de pedestres, que deveria ser uma ilha de segurança para os pedestres de todas as cidades. Basta que os pedestres a utilizem no lugar correto (dããã... passando por cima das faixa e só por cima dela, ok?) e os motoristas permitam aos pedestres utilizarem a faixa (dããã... não parando o carro em cima dela, ok?)

Vamos tentar ser mais responsáveis para não arriscar a vida uns dos outros. São apenas alguns segundos a mais no trajeto. É um preço barato demais para uma vida. Lembrando que em João Monlevade, o atual Chefe do Settran se declarou incapaz de executar o trabalho para o qual continua nomeado e gratificado, o que faz com que muitas faixas de pedestre estejam pintadas de forma incorreta (dããã... se o motorista, ao parar o carro, ficar com ele fechando o cruzamento, isso gera a possibilidade de acidentes, certo?)

Peço as minhas desculpas pessoais aos pedestres que me viram ignorar sua presença perto dessas faixas pintadas incorretamente. É escolha de Sofia, e neste caso o pedestre esperar um pouco mais é um preço a se pagar para que eu não me acidente no trânsito, num cruzamento de vias.

Ainda faltam loooongos oito meses e meio.

sexta-feira, 23 de março de 2012

Um dia após o outro

Ontem, ao chegar com meu carro à esquina da Av. Castelo Branco com Rua Joana D´Arc (Praça do República) vindo pela avenida, quase atingi uma van escolar pela lateral, porque o motorista avançou sem nenhuma vergonha na cara a placa de Parada Obrigatória.

Numa van escolar, pelo amor de Deus... Quem se propões a transportar os filhos de outras pessoas deve ter o máximo de tudo: saúde física e mental, responsabilidade, competência técnica e competência emocional para a tarefa.

Cruzar uma placa de "PARE"  e atravessar na frente de um Perito de Trânsito poderia ser considerado só um baita azar. Mas não é. No ano passado o mesmo condutor, a mesma van, os mesmos filhos de pais e mães monlevadenses estiveram adiante de uma placa de "PARE" que tinha sido desrespeitada.

Mas naquela ocasião um motociclista se feriu gravemente. Duas atrocidades de trânsito idênticas, cometidas em menos de seis meses e comigo como testemunha. Nada promissor...

É a prática de agora (2012) confirmando o que a teoria (meu laudo de trânsito de 2011) já indicava. Não é azar; é incompetência, descaso e desprezo pela vida dos outros mesmo. Coitados daqueles alunos...

segunda-feira, 12 de março de 2012

Desgratificação?

Vamos analisar com calma e sem desrespeitar ninguém. Quando Juvenal chegou para o Settran, vindo de uma realidade exógena e recebendo com uma semana de aporte por aqui, uma gratificação de desempenho na ordem de 25% sobre o salário... Pois é.

Quando ele declarou que os problemas sob sua gestão pessoal são insolucionáveis, passou então a dever à sociedade monlevadense este "plus" salarial não merecido? Quem vai ressarcir João Monlevade a respeito dessa má utilização do dinheiro público? (Na medida em que foi gasto num problema insanável, em minha humilde opinião é desperdicio...)

Olha, gente. Contrata o Dario, o Peito de Aço, o Beija Flor, o Dadá Maravilha. Com ele, não existe problemática que não tenha solucionática. Aí talvez valha a pena gastar os 25% a mais...

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Hilariante e oportuno

Ao Última Notícia, Fabrício Lopes explicou que o asfaltamento das vias faz parte de plano viário da Prefeitura que inclui a cidade como um todo. O secretário também disse que a Prefeitura possui toda documentação necessária para a obra e aval técnico do BDMG garantindo que o asfaltamento não representará agravante para eventuais inundações.


Eu pago para ver essa documentação que contém "aval técnico do BDMG, garantindo que o asfaltamento não representará agravante para eventuais inundações". Eu pago!!!

Posso até ser surpreendido pelo fato de que, agora, o BDMG possua engenheiros da área de hidrodinâmica em seu corpo técnico, para liberar as verbas de sua competência. Mas com o governo municipal que temos, prefiro é acreditar em mais do mesmo: despreparo e mentiras.

De parabéns o Fernando Garcia. Minimizou um pouco a triste realidade de estar faltando homem em João Monlevade. Da mesma forma estão de parabéns os cidadãos monlevadenses que resolveram cuidar de sua cidadania por mãos próprias. Afinal, este festival de asfaltamento tem tudo para ser apenas e mais uma manobra eleitoreira.

Não que vá fazer diferença. Se caíssem nos cofres do executivo uns 50 milhões livres para investir, o festival de bobagens seria tão grande que iria apenas acelerar a corrida rumo ao jazigo. Deus nos acuda!

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Onde o Settran erra feio

Imaginem o caso: uma monlevadense idosa sofre uma compressão em sua medula. Deste fato surge uma paraplegia que pode ser revertida, através do tratamento fisioterápico. Portanto ela será tratada aqui em João Monlevade.

Por ser idosa e por não haver um veículo na família, um de seus vizinhos se oferece para realizar o transporte para as sessões de fisioterapia. Ele é saudável e não é portador de nenhuma necessidade especial, está somente prestando solidariedade.

E aí, infelizmente, entra o Settran com a sutileza dos muito ignorantes. Ou arrogantes, o que acontecer primeiro. Porque o Settran sinaliza áreas destinadas a parada e estacionamento diferenciados diante das clínicas de fisioterapia, sem esclarecer e sem entender que estas vagas são destinadas à portadores de necessidades especiais. Não a seus veículos adaptados.

Até porque nem todos possuem a felicidade de ter veículo próprio. E assim, um veículo comum que está atendendo a uma portadora de necessidade especial (está paraplégica temporariamente) é notificado porque foi "surpreendido" em uma vaga diante da clínica fisioterápica sem o adesivo que identifica os veículos que são propriedade dos portadores de necessidades especiais.

O Settran vai além. Arvora-se de autoridade em medicina e decide que deficiência boa é deficiência definitiva e irreversível. O senso comum diz que toda deficiência é ruim...

O Settran decide que a argumentação apresentada pelo dono e condutor do veículo, acompanhada por relatórios da fisioterapeuta e do ortopedista que tratam a paciente, são irrelevantes. E não acolhe o primeiro recurso contra a notificação, que foi impetrado.

E aí o Settran assume o seu papel energúmeno, porque já vai onerar o Setor Jurídico da Prefeitura com uma Ação que ela vai perder. Sendo que bastaria o mínimo de alfabetização para entender a dinâmica que levou aquele veículo a ser notificado, desnecessariamente. Porque aquele veículo não estava infringindo legislação alguma.

E finalmente o Settran assume um papel ainda mais vergonhoso: o de colocar-se diante do cidadão para ficar contra o cidadão. Não para somar, não para valorizar a solidariedade dos monlevadenses, não para compor um quadro de cidadania mais bonito do que o que vemos no cotidiano.

Pergunto ao Settran: quantos vizinhos, tomando conhecimento deste absurdo completo, vão querer dar carona para as pessoas paralisadas e em tratamento para recuperar os movimentos corporais? Quantos vão querer a dor de cabeça de recorrer à Justiça para anular um ato que, ao fim e ao cabo, é somente arrogante e arbitrário?

Que o Jurídico da Prefeitura se prepare. Quando um órgão público é negligente e burro, outros tem que assumir a responsabilidade de consertar a lambança. E a imagem do governo, claro, só tende a ficar ainda melhor com isso.

Ainda faltam 10 loooongos meses.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Settran acertando?

Tive a impressão, ao rodar hoje por algumas ruas, que o Settran está fazendo experimentos de fluidez no tráfego. Se estiver realizando este estudo, está de parabéns ao máximo grau. Desconsiderando toda a baboseira partidária que envolve a matéria, é o que afirmo desde o início do blog. O maior problema de trânsito de João Monlevade está na fluidez, e tende a piorar se não forem adotadas medidas de contenção dos abusos que nós, motoristas, nos acostumamos a cometer.

E já que a postagem é para elogiar, deixarei uma crítica severa para outra oportunidade. Os dois, este elogio e a crítica, são embasados. Cada um no seu lugar, então.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Verdade pura!

Gente, eu quero que um raio caia sobre a cabeça do Saci Pererê se eu estiver mentindo. Hoje eu fui levar os meninos para a escola e, ao passar pelo Portal do Japão (o abismo que ainda está aberto ali na Av. Rodrigues Alves) escutei uma cantoria que o danado estava fazendo:

- Governoooooo, faz um milagre em miiiim!!

Juro que não entendi. Qual milagre o coitadinho poderia estar querendo? Se fosse o milagre do conserto, isso iria significar o seu fim. Talvez fosse o milagre da memória, então. Ele queria ser lembrado como um ser vivo e que está se desenvolvendo. Olha que o gaiato está crescendo forte e vistoso como ele só...

Quem sabe, o que ele quisesse mesmo era o milagre de ter uma fita cortada pelo prefeito? Afinal de contas, se até ônibus está sendo "inaugurado" com corte de fita, por que não ele?

Acho que jamais iremos saber. Eu tinha de seguir o meu caminho, desviando daquela criatura triste e cantarolante, enquanto imaginava que alguns desejos simples não deveriam ficar sem ser satisfeitos. O buraco merece um corte de fita. Nós merecemos o fim do buraco.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Federal é Federal!

Nem na iminência da cidade derreter sob o período de chuvas, o Governo Federal resolveu abrir os cofres para ajudar o ambiente político de João Monlevade. O PT me surpreende sempre; é mais esperto que todos nós juntos. Por isso não vai investir dinheiro no caixão.

E tem gente que diz que é possível ressuscitar essa gororoba. Cruz Credo.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Explícito e ordinário

Vale esclarecer que o Município de João Monlevade não tem gestão sobre nenhum hospital. O hospital existente na área territorial municipal é privado.

Portanto, resta por certo que a responsabilidade de prestação dos serviços de urgência e emergência é única e exclusivamente do Hospital Margarida.

A responsabilidade que o Município assumiu é com a população, pois é Município em situação de “Gestão Plena” junto ao SUS. Isso implica dizer que o Município de João Monlevade assumiu o compromisso de garantir à população a assistência integral, tanto ambulatorial quanto hospitalar.

Contudo, tal obrigatoriedade não vincula o Município ao Hospital Margarida. Ocorre que à época essa foi a opção viável, o que não implica em ser a única e nem eterna.


Retirei o texto do blog Respostas Oficiais, monstrengo que se arrasta há muitos meses sem gerar resposta alguma. Gera é muitas perguntas. Nele descobrimos muitas coisas úteis e bacanas, como o fato da Prefeitura assumir candidamente que estabeleceu com o Ministério da Saúde um pacto de Gestão Plena do SUS (atendimento ambulatorial E hospitalar) sem possuir um hospital público aqui no município!

Em seguida, mais candidamente ainda, a bomba: "tal obrigatoriedade não vincula o Município ao hospital Margarida". Vincula o Município ao que, então, para prestar o atendimento hospitalar? À Padaria e Sorveteria Xangri-lá?

E eu é que estou emburrecido. Deus nos acuda!

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Deixa o buraco, Eliana...

Leio Aqui que Eliana está brava com o buraco (da espécie abismus colossalis s.p.) que habita há alguns dias a avenida Rodrigues Alves. Eliana, minha amiga, pode deixar. O dito cujo já foi devidamente tratado pelo atual governo e agora não é mais um reles buraco. Eis a foto que eu tirei para provar o que digo, ok?


sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Batendo na mesma tecla

Ou ela se quebra ou as cabeças mudam. Uma coisa ou outra acontecerá, posso garantir isso. Então, batendo na mesma velha tecla de sempre: de que adianta o governo municipal apresentar-se como o maior vitimado da história de João Monlevade, se seu maior carrasco é ele mesmo?

Em matéria penal, quando vítima e autor são a mesma pessoa, não há interesse de Estado em investigação ou apenamento. O Direito entende, acertadamente, que a vitimização já é penalidade suficiente. Da mesma forma acontece em ambiente político. Nosso governo se atrapalha com alguma coisa, a sociedade percebe e se manifesta, o governo culpa a sociedade pela trapalhada e segue cometendo atrocidades e repetindo os ciclos.

Não chegaremos a lugar algum. A maior vítima e o maior carrasco deste governo estão intramuros, e a penalidade já é vislumbrada para daqui a alguns meses. Melhor deixar passar o tempo, mas sempre lembrando e cutucando as feridas porque caso contrário essa coisa pode ressurgir das cinzas, como uma fênix, e tentar nos assombrar por mais alguns anos.

Cumprindo com uma etapa obrigatória, informo que minha opinião não é baseada na qualidade do governo que possa vir em substituição. Provavelmente teremos mais alguns anos de mediocridade política por aqui, mas que parecerá infinitamente boa devido à ruindade infinitamente grande que observamos agora.

Esta atuação governamental é um cabo eleitoral imbatível. Para qualquer outro nome que se apresente. Há um lado negativo e um lado positivo nessa história. O lado negativo é que João Monlevade perdeu uma chance incrível de evoluir em sua caminhada político-administrativa. O lado positivo é que algum grau de maturidade o eleitorado estará ganhando, para filtrar um pouco mais o que precisa ser entendido de uma vez por todas.

Política não é brinquedo. De ninguém, mesmo que seja populista ou carrancudo, novo ou velho, nascido aqui ou em qualquer ponto do Brasil. Política é um desejo e uma determinação, uma escolha funcional séria e decidida, pelo trabalho em prol de muitos.

Dá para entender porque tão poucos se dedicam à nobreza nesse ambiente. A grande maioria opta mesmo é por seguir a correnteza do jeito que ela está. E quando um barco não enfrenta o rio, ele vive o destino do rio. Não o seu.

domingo, 15 de janeiro de 2012

Coisas sem preço

Li este comentário no Blog Monlewood, do meu amigo blogueiro Fernando Garcia. Não consigo deixar de ter inveja (inveja boa, a de querer um dia ser tão perspicaz quanto o leitor que comentou) do monlevadense que quer ver a cara de Gustavo Prandini pedindo votos pelas ruas de João Monlevade.

Acho que não teremos essa chance. Já firmei "n" vezes que: a) Gustavo e sua assessoria chutaram o balde.

b) Esse caixão já desceu.

É óbvio que posso estar enganado quanto a tudo o que afirmo. Algum grau de humildade é necessário ter, para que a vida seja digna e reconheço essa realidade. Assim, pode ser que esteja sendo mesmo arquitetada uma campanha visando a tentativa de reeleição de Gustavo Prandini à Prefeitura de João Monlevade.

Daí vem a genialidade do leitor anônimo que comentou no Monlewood. Com que cara Gustavo Prandini bateria às portas dos monlevadenses para pedir votos em nome próprio? Qual seria a fala inicial mais adequada para pedir estes votos? Vou arriscar alguns palpites:

1)  Bom dia, não sei se vocês me conhecem, sou o Gustavo Prefeito. Estou aqui hoje para solicitar a sua confiança pelo voto, para continuar o trabalho de governo que estamos fazendo desde 2009, apesar da herança maldita e da oposição, de São Pedro e da imprensa e até dos aliados que hoje falam mal da gente porque são ingratos, gente desqualificada que eu afastei porque não tinham compromisso com Monlevade.

2) Bom dia, que asfalto lindão aí na frente da casa, hein? Eu que fiz! Pois é, se eu merecer o voto de vocês de novo, vou asfaltar até o Rio Piracicaba, nunca mais vai ter a tristeza da enchente prejudicando nossa cidade, viu?

3) Bom dia, tudo bem com vocês? Quero merecer a confiança do voto de vocês que sabem que este Governo é diferente. Depois de discutir amplamente com todos os setores da sociedade, que hoje tem voz e vez em nossa cidade como nunca tiveram antes, chegamos à conclusão de que este é o melhor governo que Monlevade já teve. Com a inversão de prioridades, que nós fizemos à custa de muito sacrifício, agora é hora de colher os frutos. E não seria justo interromper este processo agora, não é? Porque senão outro grupo vai brilhar à custa do nosso trabalho e esforço. Conto com vocês, porque o processo de dialética da transformação social é contínuo e sempre evolutivo, não é mesmo?

4) Bom dia, gente. E aí, tudo bem com vocês? Agora que eu já mandei embora quem aumentou a passagem de ônibus, aumentou a taxa de água, aumentou o IPTU contra a minha vontade, atrasou o pagamento dos fornecedores, deixou o caixa da Prefeitura na lona, não deixou eu dar aumento bom pros professores e nem pros servidores, atrasou a entrega do "minha casa, minha vida", não deixou eu asfaltar o Nova Monlevade nem Serra do Egito nem o Tanquinho e nem o Cidade Nova, e ainda prejudicou o atendimento da saúde da população, estou pedindo o voto de vocês. Daqui para a frente, tudo vai ser diferente porque eu vou fazer mais e melhor por Monlevade. E aí, quantos vão votar em mim aqui na casa? Preciso montar a planilha do Excel para ter uma noção de quantos votos vou ter no total...

Chega de palpitar por agora. É claro que o PT de João Monlevade, caso não venha a lançar nome próprio para as eleições (e aposto forte nessa possibilidade), vai colocar sua experiência a favor de pedir estes votos. Mas o Prefeito poderia continuar no Gabinete, apoiado apenas na expertise do PT em fazer campanhas eleitorais? Não, não daria certo.

Daí que essa é mesmo uma coisa sem preço: ver a cara do Prefeito Gustavo pedindo votos por todas as regiões de Monlevade, e principalmente ver a reação dos monlevadenses a este pedido. Esta é a melhor pesquisa eleitoral que o Prefeito e sua equipe terão em mãos, e muito em breve.

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Não deu para o Santos

"Se o Barcelona entrar em campo com o pensamento na competição da Fifa, acabou. O Santos vai tomar um vareio de bola, um chocolate no lombo e vai poder apenas zoar a cara dos outros brasileiros que não chegaram nem perto. Ficará como curiosidade o fato de Neymar, pela primeira vez em sua vida, enfrentar uma zaga européia (na concepção, porque há brasileiros nela). Pode ser interessante avaliar se o moleque santista é mesmo monstro de bola ou se é apenas um ótimo jogador."


Apesar de considerar que não foi um teste justo, considero que foi um teste válido para o Santos Futebol Clube. Sinceramente eu não contava com o Barcelona se interessar tanto pela competição da Fifa.

Deve ter pesado muito na cabeça dos azuis grenás a contusão grave de David Villa, que fraturou a perna durante a competição. O Barcelona considerou que era um preço caro demais para pagar se não fosse levar o título para a Catalunha. E se o Barcelona decide que vai levar um título para casa, aí é dificílimo ficar no caminho dele.

Descobrimos também que Neymar e Ganso ainda não estão prontos. Ainda não são capazes de chamar um jogo para si mesmos, não importando contra quem joguem. Os dois se acomodaram ao padrão santista, de assistir ao show da primeira fila. Esqueceram que não estavam na primeira fila, mas sim dentro do palco.

Perder para uma equipe de futebol de outra galáxia não é vergonha. Sem jogar nada, passa a ser. Se tivesse jogado com vontade, com garra e com determinação furiosa, o Santos teria boas chances.

Da forma que ficou, o chocolate de quatro (com duas bolas na trave e com defesas muito boas do goleiro Rafael), ficou de ótimo tamanho. E não deixamos de ver um CRACAÇO de bola (assim mesmo, com maiúsculas e à contragosto por ser argentino) mostrar como e onde o gênio se manifesta.

Sem falar em Xavi, Iniesta, Fábregas, Busquets, Piqué...

Bacana. Meus sacos de pancada ao redor do mundo futebolístico (Newcastle, Benfica e o Galo) ainda tem esperanças. Mas o meu Barça de coração dificilmente vai ser saco de pancadas nos próximos dez ou quinze anos.

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Utilidade Pública e "Merchand"

Ao contratar uma empresa especializada na instalação de sistemas de alarme sonoro e monitoramento eletrônico, busque referências sólidas para realizar sua escolha. O patrimônio emocional que estará envolvido (a segurança de sua família) é insubstituível e não tem preço.

Se já instalou o sistema e não sabe se ele é 100% eficaz, pode entrar em contato com um especialista. Aqui entra o "merchand". Já driblei sistemas de monitoramento instalados mesmo em agências bancárias (sem citar nomes por dever profissional) e entendo do ramo que escolhi para viver.

Entendo perfeitamente que a Segurança é um Dever de Estado, mas vivemos num país onde o Poder Público está se transformando, quase que exclusivamente, em arrecadador de receitas. O restante de suas obrigações está sendo "terceirizado" a olhos vistos.

E se o cidadão passa a ser solidário com o Estado em suas obrigações essenciais, que o cidadão o faça com qualidade. Quem tem mais a perder é o indivíduo, sempre.

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

O segundo exemplo

A Av Amazonas, no Tietê,  recebeu uma camada nova de asfalto. O trabalho ficou muito bonito e foi pintada uma faixa dupla contínua de cor amarela entre as pistas, num trecho reto e de ótima largura. Não precisa dizer mais nada.

Até a decrépita (porque é decadente de tão velha) BR 381 tem seus trechos de reta com boa largura. Procurem lá por faixas contínuas e paralelas nestes trechos e não encontrarão. Aí basta procurar a resposta. Ela está em algum lugar e faz todo um sentido lógico que faltou na Av. Amazonas. Aquela mesma, lá do Tietê.

Ainda hoje

Vou postar dois momentos únicos e imperdíveis da competência administrativa da Prefeitura Municipal relacionados ao quesito "Trânsito". Eles são explicativos, enquanto exemplos, de grande parte do fracasso que enfrentamos nessa matéria em particular.

Cabe lembrar que o trânsito é o movimento de uma cidade, assim como nossas pernas são o movimento de nosso corpo. Quando as pernas vão mal, o resto não tem como caminhar corretamente.