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sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Amanhã, no Bom Dia

Escolha um bom político, antes que um mau político escolha você.

Eis apenas uma frase. O contexto do artigo vai além, Muito além. Trata-se das nossas responsabilidades, e como elas são sempre imensas, quando pensamos na cidade inteira que temos para fazer evoluir. Não percam!

Uma passadinha rápida

Para agradecer à redação do Jornal Impacto, de Itabira, por me encaminhar a edição eletrônica. Eu procuro ser muito honesto com todos e lembrar que não sou jornalista e nem formador de opinião. O que posso fazer é agradecer por ser lembrado. Obrigado a vocês!

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Curtinhas

RESPONSABILIDADE E CARÁTER - Bom saber que Márcio Passos aglutinou em seu nome as responsabilidades editoriais do jornal A Notícia, para preservar a boa equipe que tem. Poupará dor de cabeça desnecessária aos colegas de redação, e ao mesmo tempo demonstra hombridade. Exemplo a ser citado com muito respeito.

LEMBRANÇAS - Nosso atual governo já deixou e ainda deixará muitas lembranças. Vamos ter que conviver com elas para o resto de nossas vidas. Assim dita a Democracia, mesmo quando o exemplo não vem de onde deveria vir, em primeiro lugar.

IMPRENSA - Não importa o quanto o Drops de Sanidade já tenha feito de estripulias, sempre houve as ressalvas de profundo respeito ao trabalho da imprensa. Mais uma vez, fica o lembrete: seja de posicionamento favorável ou não, seja de sobrevivência a fundo público ou não, seja perene ou intermitente, as pessoas que a integram levam sempre o meu respeito pessoal. Sem a imprensa, não vale a pena falar em regime de Democracia plena.

FUTURO - João Monlevade está passando por um momento de revolução. Não é a que gostaríamos de participar, mas é a que teremos. Os novos rumos que a economia mundial está tomando vão demandar estudos muito claros e objetivos, sobre o que faremos para garantir um futuro menos sombrio ao município. Nessa hora, serenidade e percepção fazem toda a diferença para os governantes de todas as esferas.

CONTRADIÇÕES - Fica difícil analisar com sobriedade um cenário onde as contradições são estampadas o tempo inteiro. Coerência é uma das maiores virtudes que existem; não é possível existir duas verdades que se anulam. É como a vedação da Física de que dois corpos não ocupam, ao mesmo tempo, o mesmo lugar no espaço.

E vamos, como diz o amigo e modelo de vida Zé Henriques, subindo as montanhas que Minas nos oferece tanto.

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Denúncia?

Quando ouço o termo "denúncia" na emissora Cultura AM (rádio de grande audiência na região) tenho duas reações diferenciadas:

- Entendo perfeitamente o significado de comunicação, informação (embora muito mais utilizado neste sentido em Portugal do que no Brasil).

- Sinto que é pesado e que deveria ser reservado às acusações.

São duas instâncias muito diferentes, mesmo sendo ambas aceitas pelos grandes operadores da Língua Portuguesa. Em minha opinião, o uso do tremo "denúncia" está intimamente ligado à acusação, aqui no Brasil, junto à população mediana. Deveria ser restrito às efetivas acusações.

Ou deveria ser muito bem trabalhado de forma a evitar a tentativa de desqualificação da denúncia em si mesma, como mecanismo de alerta ou de comunicado. Um exemplo fictício:

Se um equipamento público está quebrado e em completo abandono, são duas as denúncias possíveis: para a Prefeitura a respeito do vandalismo cometido pela população (informativa) ou contra a Prefeitura pelo descaso com os reparos (acusadora). Vejam como é confusa esta construção frasal.

É óbvio que eu tenho uma conduta de afastamento da redação da rádio, porque não faz parte de minha competência avaliar sua atuação, nem seus critérios técnicos. O que me intriga é entender o porquê dessa conduta, já que ela permite um contraponto injusto por parte do mau governo que nos assola.

Exemplo prático: o vandalismo de bens públicos é uma horrenda manifestação humana, que existe aqui em Monlevade também. Neste caso, informar e cobrar da Prefeitura as ações concretas são os termos mais adequados, na minha modesta opinião.

Já quanto ao recapamento asfáltico que vai embolado no balaio do asfaltamento é denúncia mesmo; a Prefeitura precisa ser mais honesta de princípios para separar bem as duas coisas. Aplicar uma camada nova sobre uma camada desgastada de asfalto é recapear, e pronto.

Essa batalha de posicionamentos é necessária e democrática. O que precisamos ter em mente é a necessidade de qualificar as denúncias. Tanto as informativas quanto as acusatórias.

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Ética de Comunicação

Recebo com frequência jornais locais e releases diversos. Agradeço muito a todos os que os enviam e solicito sua compreensão para o fato de que, não sendo eu mesmo jornalista do ponto de visão formal, não reproduzo tanto o conteúdo aqui no Drops de Sanidade.

As razões são de natureza ética. João Monlevade possui Blogs que são mantidos por jornalistas de vocação e formação (os links estão ali do lado) e a vis~]ao de cada um deles é mais focada que a minha própria. Eis o motivo pelo qual o Drops não se manifesta tanto em relação ao material recebido.

E é o único motivo. Sinto-me honrado em receber o conteúdo e em merecer a confiança, mas não me vejo usurpando uma função que não é a minha, em detrimento dos colegas jornalistas que possuem a capacitação técnica para exercer esta atividade. Quem acompanha o blog sabe o quanto eu valorizo, o mais que posso, a competência técnica como pré-requisito para o exercício das funções sociais importantes.

Sem esta ética de comunicação, penso que o Drops estaria perdendo os leitores que possui. Podem não ser muitos mas fazem uma audiência qualificada, a ponto de eu ter orgulho sem medidas por ela.

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Fazer oposição dói


Este link traz numerosos processos judiciais onde a figura pública do Prefeito Municipal consta como parte. De nove procedimentos, seis são voltados contra o Jornal A Notícia ou contra o seu proprietário, Márcio Passos. A tradição do costume permite afirmar que, em João Monlevade, os dois nomes se confundem: A Notícia é sinônimo de Márcio Passos e Márcio Passos é sinônimo de A Notícia.

Cada leitor do Drops faz a análise que quiser, este é um dos fundamentos da Democracia. Ela, inclusive, é responsável por haver um Poder Judiciário atuando também em favor do cidadão. Nos regimes tirânicos, o Judiciário só tem olhos para o que o mandatário quer ver.

Um fato curioso a ser refletido é que Gustavo Prandini é advogado e, portanto, sua profissão é fruto direto de um regime democrático estabelecido e em amadurecimento constante. A pesquisa foi feita pelo nome das partes, o que significa que o combativo advogado Gustavo não tem processos abertos contra si, atualmente, por nenhuma das pessoas públicas contra as quais litigou até 2008.

Isso nos faz refletir sobre a natureza do exercício da função pública superior, antes de 2009 e depois de 2009, em João Monlevade. Salta aos olhos uma intolerância à divergência de ideias e opiniões. Nossa Constituição Federal cita a liberdade de opinião identificada como um dos pilares de nossa Democracia, e faz um bem enorme ao Brasil inteiro que assim seja.

O Governo argumentará que está buscando não o enforcamento da liberdade de expressão, mas o limite em que tal liberdade pode ser exercida. Concordo, em parte. Apenas depois que o Judiciário se manifestar em todas as instâncias será possível concluir algo concreto.

O que me intriga é saber que 66,6% de todas as ações judiciais apontam para um destino só. E porque a ação parlamentar de José Arcênio Magalhães teria ofendido o Poder Executivo de alguma forma, já que o Poder Legislativo é independente - ou deveria pelo menos estar independente. Em joão Monlevade começo a ter sérias dúvidas a respeito disso.

Marcelo Vieira Barbosa também é alvo da ira Executiva. Sabe-se lá porquê...

Só me permito concluir, por agora, o que seria deste link em extensão e em profundidade, se a população inteira fosse intolerante contra a pouca capacidade de governo. Provavelmente teríamos uma lista tão extensa de nomes quanto um catálogo telefônico.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Perdemos nosso tempo?

Para vocês que ainda se perguntam: "mas o que diabos este pessoal faz que não deixa de lado o Governo Municipal? Fica parecendo perseguição!" eu respondo com poucas palavras.

Um governo não brota por casualidade. Ele nasce por ação de centenas de pessoas que, inicialmente, acreditam em pessoas que se propõe a governar. Quando toda crença se confronta com um instrumento de governo voltado para implodir a Democracia em si mesma, quem acredita mais na Democracia que em um governo qualquer tem mais é que se manter vivo e alerta.

Nenhum governo é um fim em si mesmo. Ele é um meio do qual a sociedade se vale para se melhorar. Quando este meio (governo) se transforma em um fator de piora numa sociedade, ou se encerra o governo ou se encerra a sociedade. Nem preciso dizer qual é a escolha mais inteligente para fazer.

E, para não restar mais dúvida alguma, saibam que TODO governo adora ser paparicado com elogios e rapapés. E isso é natural. O que nunca é natural é a vontade de só escutar elogios e rapapés, fechando olhos e ouvidos para qualquer outra coisa. Esta é a morte de qualquer governo sério.

Em João Monlevade o cadáver já fedeu há muito tempo. Então o que fazemos é bater papo no velório. E olha que o defunto quer tomar conta dessa nossa liberdade inegociável... Também.

quinta-feira, 21 de abril de 2011

O preço da omissão

Já declarei e reafirmo que não tenho mais o que contribuir com o assunto envolvendo a Igreja Católica. Mas recomendo acompanharem com muito cuidado, principalmente pelo trabalho e pela garimpagem que está fazendo o Marcelo Melo. Coincidência ou destino, AQUI,  AQUI  E TAMBÉM AQUI  existem fortíssimos indícios de que algo muito mais grave que a instransparência da Igreja Católica motivou a crise.


É o mínimo que podemos afirmar. Aparentemente trata-se de profissional em quem não deveríamos colocar desconfianças. Recomendo a todos que busquem junto ao Marcelo Melo os subsídios a partir daqui. E relembro meu alerta máximo: cuidado com o manejo de multidões. Nunca existe controle possível sobre esta atividade. 

Finalizando: a instransparência, neste caso, está beirando a omissão. Omissão pode resultar em cumplicidade nas consequências. Passou da hora de muita gente repensar suas atitudes omissivas, para não serem confundidas com a co-autoria em malfeitos e crimes diversos.

Parabéns ao Marcelo Melo. Jornalista é igual centroavante, pode até ter sorte na carreira. Mas o que o caracteriza mesmo é estar no lugar certo na hora certa, para empurrar a bola rede adentro. O resto é detalhe.

quinta-feira, 17 de março de 2011

As duas redações mais relevantes da cidade

Talvez porque eu seja um curioso nato, conheço as duas redações e as duas gráficas mais importantes de João Monlevade: as dos jornais Bom Dia - onde mantenho um espaço até o dia em que Deus quiser e o dono deixar - e A Notícia, onde vou bater papo e ver se cavo um espaço pelo esforço de simpatia.

Sou movido pela ganância. Quero ocupar todos os espaços que forem encontrados vagos de forma serena, respeitosa e meritória. Neste aspecto sou como cada um de todos os homens e mulheres que já conheci na vida. Tenho vontade de crescer.

O que não considero inteligente nem justo é a vontade de crescer a qualquer preço. Alguns preços a dignidade humana impede que paguemos. Ou deveria impedir, no caso específico de alguns homens e mulheres.

Devido à quarentena de opinião em cenários políticos, autoimposta até o segundo semestre, vou me ater ao aspecto material representado por estas duas Instituições: Jornal Bom Dia e Jornal A Notícia. João Monlevade existe como conhecemos porque estas duas Instituições a traduziram para nós, ao longo dos anos. Cada uma delas utilizou uma lente diferenciada, o que não significa uma lente de eixo X contra uma lente de eixo Y para olhar sobre Monlevade.

Significa que as duas, sendo orgânicas e vivas, definiram objetivos e projetos diferenciados, firmaram parcerias diferenciadas, optaram por alianças diferenciadas e alcançaram objetivos diferenciados. Mas significa muito mais.

Significa que elas apararam arestas, somaram tijolos, construíram rumos e mudaram conceitos no correr do tempo monlevadense. E se integraram ao caminho da cidade. Sem elas, a caminhada seria claudicante e, talvez, em marcha a ré.

Que os dois líderes destas Instituições sejam adversários formidáveis, é fator que escapa da minha competência avaliar. Cada um deles é construtor indireto de uma João Monlevade que está aí, para ser construída também por nós.

Tenho o direito de pensar que, sem um dos dois jornais mais importantes da região, João Monlevade perca uma perna. E como a caminhada é interminável, pode se tornar muito mais difícil.

Agora, vamos imaginar a caminhada sem as duas pernas. Quem vai providenciar a cadeira de rodas?

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Há exatos dois anos

"Em um salto de pirotecnia para meu intelecto mediano, tratarei de lembrar que a liberdade de imprensa deve se pautar pelo mesmo diapasão que é separar o ideal do possível. A realidade é que não há imprensa livre. Existe liberdade de imprensa, que é conceito. Imprensa livre ainda é objetivo e sonho. 

Exemplo: João Monlevade não possui base numérica de leitores nem estamento econômico capaz de sustentar um único periódico financeiramente, sem depender de verbas públicas. Os gastos são imensos e fixos. O retorno financeiro, pequeno e instável.

Daí que a imprensa nas pequenas e médias cidades depende de anúncios públicos, pagos, para se manter. Nada contra, até porque se os anúncios públicos mantém a imprensa funcionando, ajudam a sustentar um dos pilares da democracia tradicional. E existe o fato atípico de que a grande mídia também se utiliza dos mesmos, até sem precisar, do ponto de vista financeiro.

A perda, o limite da liberdade, vem como consequência inevitável desta equação. Perde-se a genuína análise fria dos fatos, contaminada pelo receio de  que minguem as verbas oficiais na contabilidade das empresas de comunicação.

O leitor mediano, que acredita em tudo que observa estampado sem se questionar, não possui escolha viável. Talvez possa se preparar melhor não lendo um jornal único, não assistindo a um canal único, não ouvindo uma rádio única, não acompanhando uma fonte única.

O leitor consciente está migrando para a Internet. Na maioria esmagadora dos casos, um espaço de análise dos fatos que esteja comprometido financeiramente se denuncia pelos anúncios e "patrocínios". Na ausência deles, é muito provável que o articulista responsável seja frio na análise que faça, ainda que partidário de alguma causa ou grupo. Basta não acompanhar uma fonte única.

Um bom índice de seriedade são os links. Observe se apontam também para os mentores de ideias contrárias às do autor. Este é um índicador importante de confiabilidade. Se apontarem somente para o mesmo nível ideário, fuja. Você estará à mercê de um tirano "democrático", e provavelmente só terá a perder com isso.

Um grande abraço, e recomendo que você percorra a minha lista de links para conhecer ideias contrárias às minhas. Fará bem ao seu intelecto filtrar a seriedade do conjunto de informações obtidas."

Hoje, 21 de fevereiro de 2011, lembro a todos vocês que eu, enquanto leitura única, sou muito ruim em alcance e qualidade. Por isso há tantas referências ali do lado, com visões de mundo e de realidade que fogem ao meu entendimento ou ao meu posicionamento pessoal de cidadania. Faz bem confrontar informações e extrair delas o que é fundamental. O resto deve ficar como curiosidade ou como abstração.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Tempo de agradecer

Aos dois principais jornais da cidade - Bom Dia e A Notícia - pela divulgação da obra da ponte no Bairro Metalúrgico. A imprensa é sempre parceira fundamental naquilo que se faz, porque ela amplia o horizonte de acontecimentos em volta daquilo que se faz.

Vamos aguardar agora é o posicionamento das Autoridades da cidade. Com 80% da estrutura pronta, deve ser simples concluir o trabalho e entregar a ponte à população, com segurança e conforto.

Numa conversa informal com Silvan Pelágio, brilhante advogado e competente Assessor Jurídico da Câmara Municipal, ele me garantiu que o Poder Público sequer precisa de autorização formal para investir verbas públicas na obra. Ela se configura como uma doação de um cidadão à cidade e à sociedade monlevadenses.

Podem surgir outros problemas a se resolver, mas acredito que todos sejam solucionáveis com diálogo e com esforço conjunto. Quero mais é que João Monlevade aprenda a trabalhar em conjunto, porque trabalhar contra nossos homens públicos aprenderam há muito tempo.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Boa técnica ou malandragem?

Se elogiei o jornal A Notícia pelo especial de Natal, o fiz com absoluta justiça. Agora fica uma crítica e uma pergunta.

A crítica: na edição de hoje veio publicada uma errata, em tamanho minúsculo, para informar que Gustavo Prandini não foi o primeiro Prefeito Municipal a apoiar movimentos grevistas na cidade. Leonardoi Diniz teria inaugurado esta seara, durante seu mandato. Particularmente penso que ambos ultrapassaram as esferas próprias de sua atuação principal, qual seja a de administrar com todos, para todos, sem distinções ou manifestação de apreços e desapreços pessoais.

Mas o destaque dado à presença de Prandini às portas da Arcelor Mittal foi desmesuradamente maior que o destaque dado à correção da informação em si. Nestas horas o jornalismo presta um desserviço a si mesmo e à sociedade que o abriga.

A pergunta, porque os jornalistas sabem de seus códigos de atuação ética mais do que eu: trata-se de boa técnica utilizar este recurso ou trata-se de malandragem? Do jeito que tudo se resolverá, a informação equivocada ficará na memória visual dos leitores, a errata publicada ficará adormecida no limbo das insignificâncias.

O jornal já se posicionou enquanto mecanismo oposicionista? Se não o fez ainda, ou está na hora de fazê-lo ou deveria oferecer o mesmo destaque da matéria inicial. Coerência, gente, coerência....

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Suplemento Natal - A Notícia

Nada menos que excelente o suplemento sobre o Natal publicado hoje pelo Jornal A Notícia. É o padrão-ouro que eu, particularmente, procuro todos os dias em muitas outras empresas e Instituições em nossa região. 

Como eu já lancei críticas severas contra o que não concordo na linha editorial do jornal (mesmo respeitando sempre o direito de haver uma que seja divergente do que penso), cumpro o dever ético de elogiar agora, em merecimento pleno por parte da equipe. Parabéns!

domingo, 12 de dezembro de 2010

O Blog do Breno ressuscitou?

Parece que agora vai! Eu sou meio megalômano, e acho que ajudei a obter esse ganho de qualidade para João Monlevade. Sempre cobrei dele um pouco mais de participação. E tenho orgulho de ver que o Breno Botelho está postando mais.

É um texto de qualidade. Sereno, objetivo e limpo. Sem arestas ou desviações de uma ideologia plastificada, como até mesmo o meu texto padece.

Nada melhor que imaginar - mesmo incorretamente - que sou um pouco responsável por esta ressurreição do Blog do Botelho (link ali do lado). Este é um dos casos cristalinos em que João Monlevade só tem a ganhar se der uma passada de olhos por lá.

Lembrete: Breno, publica os comentários, pelamordedeus. Blog é interação, ué! Para não ter participação de outras pessoas, mais adequado é fazer site institucional. E precisamos nos conhecer pessoalmente. É estranho ter afinidade com um Breno Botelho virtual sem poder apertar as mãos do Breno de carne e osso...

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Blog do Botelho

Sendo um dos que sempre xingaram o Breno Botelho pela preguiça de escrever (e falo com autoridade sobre a matéria, porque agenda apertada EU também tenho. E como!), é hora de recomendar a leitura do blog que ele resolveu atualizar novamente.

Breno é o resultado prático e efetivo de que juventude não precisa ser sinônimo de esvaziamento e alienação. Sendo jovem, ainda assim tem conteúdo e qualidade de sobra. Um discernimento muito agudo para dizer as coisas sem ofender e a coragem de dizê-las quando realmente importam, completam o pacote de excelência que estou recomendando agora.

Não deixem de dar uma passada de olhos. O link está ali ao lado direito. Boa leitura e bom proveito para vocês!

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Há um ano atrás, aqui no Drops


CREDIBILIDADE - Capacidade de ser crível. Coerência e coesão de raciocínio lógico. Verossimilhança, respeitabilidade de conteúdo.


Não precisamos do Aurélio para entender o conceito. Precisamos é de um milagre para que a credibilidade, esta pedra angular sem a qual os relacionamentos entre as pessoas perdem a sua fortaleza, torne-se presença constante entre nós.

A credibilidade traz substância real aos fatos. Não sendo um fim em si mesma, torna-se cimento a unir os tijolos da informação, que de outra forma iriam dirigir-se para as cabeças que estivessem em volta.

Não há movimento de folhas, se não houver ventos. Não há marés, se não houver oceanos e luas. Não há colheita, se não houver plantio. Não há informação, se não houver como acreditar nela.

É por isso que este blog não noticia. A notícia tem compromisso com o impacto. Este blog opina. A opinião tem compromisso com a realidade.

Mas ambos, notícia e opinião, não podem estar divorciados da credibilidade. Pessoas podem ser ludibriadas durante uma vida inteira. Mas não todas. Nem em tempo integral. Este aforismo já foi dito por muitos. É verdadeiro e cristalino em sua verdade.

De novo, exorto os meios de comunicação de João Monlevade, em todas as esferas e modalidades, a adotar a credibilidade como um mantra. Que os mesmos se contentem em manter na ignorância uma população inteira, é algo com que não posso me conformar. A ignorância faz toda uma geração olhar para o lado. Quando deveria estar olhando para a frente.

Pensar não é simples nem indolor, eu sei. Mas quando nos recusamos a cultuar o pensamento, como poderemos convencer nossos iguais a respeitá-lo e adotá-lo para a construção de uma sociedade melhor? De um mundo melhor?

Agenda oculta? Um mundo melhor começa aqui, em minha cidade. Podemos até não conseguir aliados nesta guerra. Mas nossa luta terá sido justa.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Qual deles é o Thiago que é humano?


Uma das postagens de hoje de Thiago Moreira tenta responsabilizar, sei lá de que maneira, o governo municipal pelo incêndio que vitimou uma criancinha no bairro Nova Monlevade. Nenhum outro jornalista ou órgão de imprensa tentou este malabarismo cafetão, porque seria renegar a própria humanidade. Pois bem, ele fez.

Nem uma única linha para elogiar o Soldado Gilano. Olhem que o Sd. Gilano pode vir a ter que, um dia, salvar a pele do próprio Thiago. Deus nos livre desta necessidade, é só uma hipótese. Mesmo eu poderia precisar do Sd. Gilano, ou mesmo Thiago poderia precisar de mim. E teria o mesmo gesto de minha parte. Faz parte de nossas obrigações como policiais. Mas não escreveu nenhuma linha.

Thiago poderia ter aprofundado a questão, perguntando o porquê de seu patrão ter doado o terreno onde se construiria o Batalhão do Corpo de Bombeiros para a UEMG. A culpa destes fogos, indiretamente, recai sobre Mauri Torres. Já expliquei a razão aqui no Drops. Mas não escreveu nenhuma linha neste sentido. Aí eu até compreendo...

Thiago poderia ter aprofundado outra questão: com todo o respeito do mundo pela dor - imensa - da família desta criança, como explicar que se ateie fogo a um móvel volátil como um sofá velho, junto à parede da casa em que se mora? Nem uma linha.

Nem vou me estender sobre as outras atrocidades da postagem. Prefiro acreditar no Thiago Gonçalves, que é humano e sabe ser humano. 

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

O Mistifório

Mais um link disponível. Desta vez para acompanhar Wilson Vaccari, que já era personalidade por nossa terra quando eu ainda andava por aí de calça curta. Ele merece muito respeito.

quarta-feira, 16 de junho de 2010

O "Professor" Anastasia


Reagiu à greve ilegal, imoral, inoportuna, incorreta e mercenária dos professores de Minas Gerais anunciando um pacote de reajustes na remuneração da categoria. Em qualquer lugar do mundo civilizado, esta reação seria tomada como um "mea culpa".

Mas estamos em Minas, uais! Aqui embaixo as coisas são diferentes.,.

E, só para variar, a questão não foi traduzida em linguagem prática e objetiva. Fica-se sempre com a sensação, no Brasil, de que o confronto que vale é o eleitoreiro. O debate político que se exploda. Nesse contexto, qualquer um se cansa muito rapidamente e deixa de combater e lutar pelo que acredita.

De mim, fico com a firme ganância de nunca desistir do embate político qualificado. Mesmo que, de vez em quando, eu me afaste da arena de lama onde a guerra eleitoral costuma ser travada.

Espero obter ajuda de alguém da área Educacional, explicando com cuidado o porquê deste anúncio de reajustes para a categoria. Serão reajustes mesmo, ou adequações à Lei Federal que trata do piso remuneraório no país? As pessoas comuns sabem a diferença entre o vencimento básico de um servidor mineiro, e a remuneração mensal que ele percebe? A Lei Federal fala dos vencimentos básicos ou da remuneração mensal mínima, em relação aos professores da Educação Básica?

Convido também a imprensa para engrandecer e esclarecer melhor estas questões. Imbuída neste tipo de temática, a imprensa é imprescindível para iluminar onde só existem as trevas do conhecimento mal costurado.

E preciso de ajuda porque não consigo esclarecer nem à minha própria esposa, com relação aos vencimentos e remunerações que o Estado de Minas Gerais procurará corrigir em 2011. Sem uma discussão muito cautelosa da matéria, fico com a incômoda sensação de que é mais um golpinho eleitoreiro sendo aplicado, como sói acontecer a cada quatro anos em terras tupiniquins.

Que eu esteja errado, é tudo que peço!


domingo, 18 de abril de 2010

Eu acompanho o pensamento de Thiago Moreira


E portanto afirmo que gosto do trabalho que ele produz, quando não está tomado por carga partidária e patronal. Este ano de 2010 está representando, até aqui, um salto de qualificação para o trabalho dele como formador de opinião. Já não há mais censura generalizada há algum tempo em seu Blog, embora eu ainda não acredite que Thiago aplique os filtros adequados à toda informação que recebe e retransmite, atualmente.

Mas imagino que seu processo de engrandecimento profissional vá se manter constante. Espero por isso e imagino que João Monlevade também espera por isso. Um abraço, Thiago!