Não precisamos do Aurélio para entender o conceito. Precisamos é de um milagre para que a credibilidade, esta pedra angular sem a qual os relacionamentos entre as pessoas perdem a sua fortaleza, torne-se presença constante entre nós.
A credibilidade traz substância real aos fatos. Não sendo um fim em si mesma, torna-se cimento a unir os tijolos da informação, que de outra forma iriam dirigir-se para as cabeças que estivessem em volta.
Não há movimento de folhas, se não houver ventos. Não há marés, se não houver oceanos e luas. Não há colheita, se não houver plantio. Não há informação, se não houver como acreditar nela.
É por isso que este blog não noticia. A notícia tem compromisso com o impacto. Este blog opina. A opinião tem compromisso com a realidade.
Mas ambos, notícia e opinião, não podem estar divorciados da credibilidade. Pessoas podem ser ludibriadas durante uma vida inteira. Mas não todas. Nem em tempo integral. Este aforismo já foi dito por muitos. É verdadeiro e cristalino em sua verdade.
De novo, exorto os meios de comunicação de João Monlevade, em todas as esferas e modalidades, a adotar a credibilidade como um mantra. Que os mesmos se contentem em manter na ignorância uma população inteira, é algo com que não posso me conformar. A ignorância faz toda uma geração olhar para o lado. Quando deveria estar olhando para a frente.
Pensar não é simples nem indolor, eu sei. Mas quando nos recusamos a cultuar o pensamento, como poderemos convencer nossos iguais a respeitá-lo e adotá-lo para a construção de uma sociedade melhor? De um mundo melhor?
Agenda oculta? Um mundo melhor começa aqui, em minha cidade. Podemos até não conseguir aliados nesta guerra. Mas nossa luta terá sido justa.
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