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terça-feira, 3 de maio de 2011

Tá, eu peço arrego

Por hoje, chega. Já recebi e-mail para aumento do pênis umas três vezes - e sempre achei que importante fosse o que fazer com ele, e não o tamanho, ohhh! - e também já recebi uma proposta bem interessante do Sr. Ian McGallagher, de um hipotético Bank Of Friendly in Ireland. Talvez eu tenha perdido a chance de dividir com ele a bolada de 23 milhões de euros!

Também deixei de comprar direto da China tudo aquilo que não quero comprar. Porque quando quero comprar alguma coisa, corro atrás. Não fico esperando para ser convencido por um vendedor malaço. Bom, e quem sabe se eu comprasse a hidrocodona? Ou o demerol, aquele mesmo que mandou Michael Jackson pras quintas? Hmmm, melhor não. Remédios, só Dipirona que eu a-d-o-r-o e tenho a cara de pau de tomar sem consultar um médico. Até porque isso não é nada simples, ultimamente.

Talvez a melhor oferta do dia tenha sido mesmo o maravilhoso e verdadeiro e único link para as fotos de Osama morto! Bem, isso se eu não soubesse que a rede está se infestando de vírus que usam como chamariz... as fotos verdadeiras do verdadeiro Osama morto.

Peço arrego. A humanidade não vai dar certo nunca. Somos melancólicos demais na nossa tosquice para termos alguma esperança de futuro. Proponho até uma nova classificação para nós: o Homo Toscus Grosseirus, porque não passamos daí nem à porrete.

Falar nisso, deixa pegar meu tacape e ir ali dialogar com uns chegados. Fui!

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Visão de técnico

Tive acesso a um bom número de registros fotográficos da árvore de garrafas pet que pegou fogo. Conclusão: as chamas iniciaram de dentro da parede interna da estrutura para o lado de fora, e de cima da estrutura metálica direcionando-se para baixo.

A partir daí já não é preciso ser técnico para descobrir que o fogo tem 99% de chances de ter começado por uma fatalidade, apenas. Imaginem o esforço conspiratório para que alguém se infiltrasse por baixo da estrutura, escalasse a parede de garrafas pet internamente, ateasse fogo e depois se retirasse do local, sem ser visto por ninguém.

É claro que tenho bom humor e entendo o uso dessa ferramenta pelos colegas blogueiros, mas defendo que algumas coisas ultrapassam o limite, se não forem muito bem conduzidas. Até mesmo a sátira deve ser bem medida para evitar deslizes que, depois, voltam para cobrar preços altos.

Mais importante que aquilo que nos é levado, é a reconstrução e a reinvenção de que somos todos capazes enquanto viventes. Com bom humor e com bastante cuidado, porque ferir é fácil. Difícil é conviver com a responsabilidade depois.

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Economia de mercado


Sabemos que tudo nesta vida tem um preço. O que muitos precisam aprender, urgente, é que às vezes o produto entregue não justifica o valor que foi cobrado. Simples de resolver: o Código de Defesa do Consumidor garante o direito de devolução da mercadoria ruim à prateleira. A chiação de depois é consequência natural, e não deve abalar as relações de consumo. Numa próxima compra, o produto estará lá, sendo ofertado aos berros, mais uma vez... E talvez com valor suficiente para justificar o preço cobrado!