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sexta-feira, 20 de abril de 2012

Fogo no rabo

É isso que devem ter os mentecaptos que incendiaram um coletivo aqui em Monlevade. Não há outra explicação possível, até porque gastar tempo explicando atos dementes é desperdício. Posso estar errado mas aposto um braço que os autores não eram gente do povo.

A explicação é muito simples. Queimar um ônibus para quê, se não havia transtorno de transporte ainda, a tarifa do serviço não foi reajustada e a falta de ônibus só iria complicar ainda mais a vida dos cidadãos? Não preciso ter 16 anos de estrada na Polícia Técnica para entender que foi ato intramuros da própria Enscon ou do Sindicato dos Rodoviários.

Prestem atenção: não estou dizendo que a Enscon ou o Sindicato "encomendaram" o fogo. Isso seria crime de calúnia. O que estou dizendo é que há uma ligação entre autores e vítimas. Mas o mais importante não é isso. O importante é lembrar às pessoas que risco não existe para ser calculado. Existe para ser considerado um impeditivo de vida serena, quando o assunto é arriscar a vida de outros. Pensem nisso.

E pensem mais no seguinte: a seguradora paga o ônibus, e aumenta o valor das apólices dos outros segurados, para se ressarcir. Todos perdem. Há meios mais inteligentes de se obter o que se considera justo.

O que eu não aceito é conviver na minha cidade com este tipo de animais, capazes de desprezar a segurança dos outros seres humanos em nome sabe-se lá do quê. Agradeço se seguirem seu rumo para fora daqui. Xô!

terça-feira, 10 de abril de 2012

Calado eu sou um poeta

Esta máxima foi utilizada por Romário (ex-jogador de futebol e agora deputado federal) para definir Pelé (dispensa apresentações). Continua atual como sempre.

E tem se aplicado com maestria a mim. Não me atrevo a comentar tudo que vejo, pelo medo de parecer tão louco quanto os protagonistas. Mas ainda assim me arrisco com dois comentários ainda recentes.

1 - Eu nunca tinha visto um cidadão se nomear Secretário de um Governo, enquanto aguardava a nomeação por parte do Chefe deste Governo. Em Monlevade funcionou! Agora já posso dizer que vi.

2 - Este mesmo Chefe de Governo afirmou, em todas as letras, que um loteamento irregular estava se formando debaixo da sua barba sem que ele tivesse tomado qualquer conhecimento do assunto. Se for verdade, é um absurdo ainda maior. Existem assessores para que?

Vou voltar para o meu lado poeta e continuar calado.

segunda-feira, 12 de março de 2012

Desgratificação?

Vamos analisar com calma e sem desrespeitar ninguém. Quando Juvenal chegou para o Settran, vindo de uma realidade exógena e recebendo com uma semana de aporte por aqui, uma gratificação de desempenho na ordem de 25% sobre o salário... Pois é.

Quando ele declarou que os problemas sob sua gestão pessoal são insolucionáveis, passou então a dever à sociedade monlevadense este "plus" salarial não merecido? Quem vai ressarcir João Monlevade a respeito dessa má utilização do dinheiro público? (Na medida em que foi gasto num problema insanável, em minha humilde opinião é desperdicio...)

Olha, gente. Contrata o Dario, o Peito de Aço, o Beija Flor, o Dadá Maravilha. Com ele, não existe problemática que não tenha solucionática. Aí talvez valha a pena gastar os 25% a mais...

sábado, 11 de fevereiro de 2012

Estava maravilhoso!

Eis a minha opinião sobre o trânsito, hoje de manhã, pelas ruas do hipercentro. Observei que era impossível trafegar de carro e isso favoreceu as caminhadas. O meio ambiente agradece. Observei que, às oito da manhã, não havia mais vaga alguma para estacionamento. Não que eu acredite em estacionamento numa hora dessas, onde o carnaval é mais importante que qualquer outra coisa. Mas eu pensava em gastar um pouco do meu dinheiro em Monlevade, já que nem tudo pode ser comprado pela Internet.

Percebi que a Administração é genial e nós todos, meio burros. É isso aí. Estou errado e estive atrapalhando toda a fluída genialidade governamental nos últimos meses. O que me leva a admitir que, graças em parte ao meu péssimo entendimento, aliado à oposição mesquinha, é que meu governo é inoperante. Vou repetir o ato nobre de Márcio Passos e só volto a falar de governo daqui a 40 dias. Vamos ver o quanto melhorará.

Mas já comecei a me redimir, ok? O trânsito hoje de manhã estava maravilhoso! Os motoristas poderiam colaborar ainda mais, deixando os carros nas garagens e trafegando pelas ruas mais afastadas. Como não fizeram isso, não ficou tão maravilhoso quanto a gente gostaria. Mas semana que vem tem mais...

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Preciso de explicação

Alguém aí, de coração bondoso, me explique porque o Código de Posturas do Município de João Monlevade permite a inauguração de uma megaloja, no hipercentro comercial, sem  a geração de uma única vaga de garagem pelo empreendimento. Se é que o Código permite isso, é claro.

Vamos colher os resultados dessa insanidade muito em breve. O que me indigna é saber que o espaço público, mais uma vez, vai fomentar o enriquecimento do particular. É a clássica situação da necessidade de muitos ser ignorada, para favorecer a necessidade de poucos.

Monlevade está parecendo o Brasil: vamos virar a Cidade do Futuro.

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Ainda hoje

Vou postar dois momentos únicos e imperdíveis da competência administrativa da Prefeitura Municipal relacionados ao quesito "Trânsito". Eles são explicativos, enquanto exemplos, de grande parte do fracasso que enfrentamos nessa matéria em particular.

Cabe lembrar que o trânsito é o movimento de uma cidade, assim como nossas pernas são o movimento de nosso corpo. Quando as pernas vão mal, o resto não tem como caminhar corretamente.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Monlevade em História - Parte II

Para os que se lascaram no Concurso Público promovido pela Prefeitura, por não saber patavina da História de Monlevade, uma matéria esclarecedora. Nem o Marcelo Melo conhece tanto desta área, por isso ele não teve como auxiliar a quem ouviu sua palestra.


Monlevade produz também queijos finíssimos, de muitas variedades. Claro que sendo uma cidade mineira, nossa tradição para o queijo vem de berço. Vamos dar uma pincelada no assunto:



Na variedade provolone defumado, o bairro José de Alencar se destaca. Dizem as más línguas que o formato da fationa de queijo é para usar como rolha de chifre dourado, mas o Drops é sério e não embarca nessa onda. A marca mais conhecida que produzimos é a Fudió Tutti, grande vencedora do festival de provolone de Proença, em 1999.


Como não poderia deixar de ser, dada a nossa colonização francesa inicial, também é produzida aqui uma marca célebre de Camembert, Le Grand Fedegoseè, ali pelas bandas do Cidade Nova. Também é dito pelas línguas vilipendiadoras que o bairro é adequadíssimo para essa variedade, porque tem muita poeira e fungo voando pelo ar nos tempos de seca. Nos tempos molhados falta poeira, mas sobra fungo para fermentar o leite. O sabor requintado deste queijo combina muito bem com o vinho feito de uva Chardonnay do Pedregal. O Le Grand Fedegoseè ainda não foi premiado internacionalmente, mas todo conhecedor sabe que isso é uma mera questão de tempo.


A variação gorgonzola nos enche de orgulho! Produzida ali na Loanda, pela grande comunidade cruzeirense local este queijo azul e branco, da marca Estami Tutti Putti, é tricampeão do Salão Gorgonzola de Trieste. É Monlevade vencendo os italianos na terra deles! Este queijo de sabor fortíssimo e marcante vai muito bem com vinhos de caráter encorpado.


Nossa tradição queijífera é tão ancestral que, na Inglaterra e no Canadá, estão copiando nossa famosíssima Corrida do Queijo. Na foto, o certame de 2008, que aconteceu na tradicional Rampa do Queijo do Vale do Sol. A rampa tem uma extensão de aproximadamente 228 metros do Vale do Sol até a cabeceira da Rua do Andrade, Inclusive os monlevadenses da gema sabem porque o trânsito é fechado quando acontece a Corrida do Queijo Monlevadense: é para evitar que algum competidor seja atingido por um veículo, quando se esborratar na Rua do Andrade no "sprint" final da prova. Em 2008, como se pode observar pela foto, um provolone defumado foi o protagonista da Corrida.

Pronto! Esclarecida a parte dos queijos, pra essa cambada de preguiçoso que nem quis pesquisar nossa rica história queijística, mais tarde iremos mostrar nossa história festivalesca, que é tão rica e sublime quanto.

Toma, Marcelo Melo!!! Essa você não sabia também, pode confessar de novo...





Monlevade em História - Parte I

Para os que se lascaram no Concurso Público promovido pela Prefeitura, por não saber patavina da História de Monlevade, uma matéria esclarecedora. Nem o Marcelo Melo conhece tanto desta área, por isso ele não teve como auxiliar a quem ouviu sua palestra.

Monlevade produz alguns dos vinhos mais famosos do mundo, como todos nós sabemos. Vejamos em detalhes:


A variedade de uva Pinot Noir é cultivada exclusivamente nas Pacas. Para quem precisar de mais precisão, na comunidade de Santa Rita de Pacas. O município de São Gonçalo sabe disso e tenta, há muitos anos, anexar as Pacas para virar produtor de vinho fino. Mas não vai conseguir nunca! A marca de vinho mais famosa que produzimos, o Chateâu Prandennè, vence quase todos os concursos de que participa há muitos anos.


A variedade Syrah - ou Shiraz, como alguns conhecem - é cultivada na Serra do Seara há mais de quarenta anos. Inclusive Serra do Seara é o aportuguesamento do nome original Sèrre du Syrah. Lembrem-se que nossa ocupação inicial foi feita por um francês, hein? Gera um vinho complexo e nobre, amado em todo o mundo, com forte buquê de minério e com taninos finamente equilibrados. O vinho que é o carro chefe desta variedade é o Gustavèe Maldosay.


O enólogo Werton Santos, do Blog Pitáculo (link ali do lado) já me alertou que os brancos estão em baixa. Entretanto, Monlevade produz uma das mais delicadas variações de Chardonnay no planeta inteiro, ali pelos lados do antigo Pedregal. Conheço bem a região, porque moro no República, nome atual do bairro. Não esqueçam disso pro próximo concurso! O vinho mais competitivo que produzimos é o Infantèe Terrible Grand Cru, que possui um aroma frutado inconfundível e tem um frescor que se fixa às papilas gustativas ao longo do consumo.


No Jacuí, minha terra natal, é cultivada ainda a variedade  Gerwürztraminer, que os Jacuíenses rebatizaram de Gertrude para facilitar. Ali, entre bananeiras e assa-peixes, esta uva encontra as águas puras e cristalinas do Rio Piracicaba para se desenvolver em todo o seu esplendor. O vinho mais afamado que Monlevade produz com esta uva é o Schlechtes Rathaus, que vem evoluindo muito em buquê e aroma desde 1974. A família do Sô Zé Rate está indiretamente envolvida na produção, através de consultoria técnica.

Para quem não se lembra, Sô Zé Rate é Gerhart Michalick. Lavrense, mas o nosso "alemão" prá chamar de nosso aqui em Monlevade, ok? Não se esqueçam pro próximo concurso...

Pronto! Esclarecida a parte dos vinhos, pra essa cambada de preguiçoso que nem quis pesquisar nossa rica história vinícola, mais tarde iremos mostrar nossa história queijífera, que é tão rica e sublime quanto.

Toma, Marcelo Melo!!! Essa nem você sabia, pode confessar...


sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Em memória de Hilário Moutinho

Pouco antes de evoluir para um estágio maior que o nosso, Hilário postou uma mensagem de ânimo de de valorização da solidariedade em sua página do Facebook.

"Democracia é oferecer a todos o mesmo ponto de partida. Quanto ao ponto de chegada isso depende de cada um".

Ele não conseguiu alcançar o seu ponto de chegada, mesmo com toda a movimentação de formiguinha que muitas pessoas estão tentando há anos. Quando eu fui criticado aqui mesmo no Blog, por dizer que meu trabalho me causava muito sofrimento, estava falando desta realidade.

Somente quem perde uma pessoa amada na 381 consegue medir a dor que vem daí. Todos os dias alguém fica indignado e sofre. Nosso maior medo é o de que, um dia, as pessoas já não se preocupem mais em ficar indignadas. Este sofrimento é desumano, injusto e cruel. Não merecemos e não queremos, mas também já não sabemos mais o que fazer para mudar essa história.

Não é o país que sonhamos para nossos filhos, com certeza. E nem é necessário dizer que lembrar da rodovia e do descaso quando perdemos alguém é manter viva alguma chama de revolta. Quando não fizermos isso mais, o sistema terá ficado mais importante que as pessoas. É isso que ele quer. É isso que não podemos deixar acontecer.

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Deveres, alguém se lembra?

Eu sou de uma geração que ainda foi educada no cumprimento de deveres. Nada de muito absurdo, apenas a cobrança normal de padrões que sempre se encaixaram no bom senso, na dignidade da pessoa humana, na coerência de valores e na exigência de seus direitos somente após o cumprimento dessas etapas obrigatórias.

Essa educação se perdeu. Hoje, o mais comum dos comportamentos é mandar para a casa do carvalho as obrigações mínimas e exigir, feito bebê mimado e chorão, que a mão amiga surja de algum lugar para resolver os próprios problemas.

E ainda há idiotas o bastante para abraçar essa causa. Não eu. Não vou ajudar a humanidade a se afundar na lama do "politicamente correto" que é garantir direitos no papel. Só no papel, porque na vida prática eles custam muito dinheiro e este precisa vir de algum lugar. Normalmente, dos bolsos de quem cumpre suas obrigações e deveres à custa da própria qualidade de vida.

Meu ciclo de vida está acabando. Não sou mais um garotão de 18, o que significa que meu papel social está, também, no fim. Não sei se vou conseguir deixar um mundo melhor para meus filhos ou filhos melhores para meu mundo. 

O que me deixa triste ao extremo é que, dependendo de escolhas que vamos fazer, podemos acabar é deixando um mundo e muitos filhos perdidos, esperando milagres onde deveriam operar milagres atravaés do trabalho e da decência diária.

Bem, sempre haverá gente para nos chamar de burgueses, patrõezinhos, fascistas ou outro rótulo qualquer. geralmente são pessoas que não deixam um terço de sua vida produtiva ser tragado pelos "coitadinhos", aqueles que não movem um único dedo para evoluir por si mesmos.

Alguém mais inteligente do que eu descubra uma saída possível.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Quem vai redigir o testamento?

O Barcelona F.C é o maior clube de futebol do planeta, na atualidade. E também pratica o melhor futebol do planeta, na prática. Mas de qual futebol estamos falando? O futebol enquanto esporte ainda existe nos dicionários e nos campinhos do mundo.

Além disso, não há muita coisa mais. Apenas milhões sendo ditos aqui, acolá, uniformes de clubes esportivos contendo marcas comerciais até nas nádegas (bundas) dos atletas, equipes endividadas até a alma e dirigentes enriquecendo a galope. É neste campo, o do futebol "profissional" que está ocorrendo uma morte não programada mas que vai acontecer, com quase certeza.

Nenhuma atividade humana se sustenta baseada em dívidas. Não no mundo honesto. Não no mundo das pessoas que ainda se lembram do que é o caráter. E mesmo o poderoso Barcelona possui, hoje, uma dívida de quase UM BILHÃO de reais. É de assustar.

O futebol está morrendo. Isso que estamos assistindo é alguma coisa muito parecida, mas não não é o esporte que encanta pela beleza e pela magia de ser, simplesmente, esporte. E o que está aí está morrendo porque não há dinheiro que chegue para manter jogadores e dirigentes milionários à custa de ingressos que torcedores famintos não podem pagar sempre.

Aliás, quando o futebol deixou de pensar nos ingressos como fonte de renda, acelerou seu processo de degradação. Tudo ficou à venda e foi vendido depressa, tudo se vende rápido demais e um atleta hoje só tem planos para os dólares e euros futuros, não para o jogo que precisa dele no momento.

Alguém mais esperto do que eu precisa redigir o testamento. Pode ser que, em breve, haja muitas brigas "de família" pelo inventário que ficar de herança.

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Monlebira ou Ipatinvade, tanto faz

Nenhuma sociedade avança se não recebe as mentes capacitadas para auxiliar neste avanço. Dizer o contrário é fazer apologia xenofóbica, em alguns casos. Em outros, não. Não mesmo.

João Monlevade cede talentos para muitas cidades. É um movimento natural. A cidade recebe talentos de outros municípios. Também é um movimento natural. O que diferencia estas migrações daquela que nós chamamos "forasteirismo" é que elas não acontecem de forma mercenária. Estes talentos fixam residência efetiva e duradoura onde pretendem ser produtivos.

O momento em que acontecem essas migrações também é muito importante, mas difícil de explicar. O que gostaria de deixar claro neste post e neste blog é que os talentos locais só são valorizados, quando servem para dar suporte a projetos nem sempre cidadãos ou republicanos.

Assim, qualquer legião estrangeira vai atrair mesmo olhares reprovadores. Um município é um microcosmo, e nem por isso é um cosmo a ser ignorado solenemente quando se trata de pensar e agir para buscar evolução. A cidade tem talentos para atuar em TODAS  as frentes que se apresentam como de atuação pública firme, honesta e determinada. Resguardadas as competências públicas, claro.

Se não há nanoengenheiros em João Monlevade, é porque não há nanoengenharia sendo desenvolvida aqui. Se não há astronautas em João Monlevade, é porque o Prefeito ainda não inaugurou a Base Espacial da Gente. Se não há biólogos marinhos, é por causa de uma condição insignificante: não temos mar. E há muitos outros exemplos, na mesma linha de raciocínio.

Com todo respeito, e com muita raiva, digo: não precisamos importar talentos aos baldes. Não quando deixamos de enxergar os talentos existentes debaixo do nosso nariz, validados duplamente por conhecerem a realidade do nosso microcosmo.

Com muito mais qualidade do que todos os que, daqui a um ano e pouco, estarão fazendo as malas e cuspindo no prato de onde comeram.

P.S - Toda regra possui exceções. O nosso problema começa quando as exceções são forjadas para virar regra.

sábado, 17 de setembro de 2011

Acredite se quiser

G1 - PUC suspende atividades para evitar '1º Festival de Cultura Canábica' - notícias em São Paulo:

E se essas seis mil pessoas que confirmaram presença numa "Festa Canábica" se empenhassem em buscar cidadania e ensino público de qualidade e compromisso, por exemplo?

Eu acredito firmemente que os direitos são inegociáveis, quando os deveres sociais também forem. O resto é libertinagem e sem-vergonhice. Respeito as opiniões contrárias em nome da Democracia, mas não acredito nelas.

Quem escolhe viver facilmente vai morrer facilmente. Eu pretendo morrer lutando pelo que acredito.

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Abisme-se comigo, choremos juntos

Clique no Link para se abismar e chorar.


E vamos tentar não contemporizar com ladrões. Mesmo os que sejam formados em Direito e que usem toga e paramentos.

Está tabelado?

Com o valor estabelecido de 20 mil reais, João Monlevade está observando mais uma coisa inédita: o tabelamento de preços judiciais envolvendo como parte o prefeito Gustavo Prandini. Não vou sequer me dar ao trabalho de lembrar aos leitores os eventos que já se passaram, com o mesmo valor pleiteado.

Mais uma vez, já que disse antes de muitas formas: não tenho procuração, relação de amizade, representação formal ou autorização para falar em nome do prefeito. Falo por sentimento próprio de quem sabe, no fundo do espírito, que Gustavo Prandini é uma figura que tem muito mais a mostrar, em matéria de conteúdo e qualidade, como pessoa pública.

Só o conhecendo a partir de 2007, apenas superficialmente, ainda assim sinto que há algo errado. Minha tendência é creditar muitos dos seus equívocos à assessoria ruim, mas já se vão numerosos meses de governo e de atitudes estranhas à cidadania e à Democracia. Então, é só isso que está aí, depois de uma longa campanha em que muitos afirmavam um novo tempo político para João Monlevade?

Só a assessoria é responsável por tudo? Não acredito mais nessa hipótese. A manada obedece ao comando do tropeiro, na maior parte do tempo. O comando ruim produz uma manada rebelde, e ruim.

Parece que, em breve, o tropeiro estará mudando de fazenda e aportando no Partido dos Trabalhadores. É uma boa tentativa de imputar ao PV todo o despropósito de resultados entre a promessa e o trabalho efetivo. Vejamos se a mudança de ares produz algo substancialmente diferente do que vimos até agora.

Até lá, um aviso aos navegantes: cuidado, porque 20 mil reais fazem uma falta danada nas contas de qualquer pai de família monlevadense. E ao que parece, Gustavo pretende criar a figura do homem público blindado ao controle de quem lhe paga o salário com o suor dos impostos.

domingo, 21 de agosto de 2011

Aprender com outros exemplos


Uma CTI pode ter leitos preferenciais e destinados a convênios médicos. Transformá-los em leitos exclusivos e destinados a convênios médicos não pode. Algo para os próximos gestores pensarem com muito cuidado, aqui em João Monlevade, para que o fato não se repita entre nós. Não acredito nessa hipótese, mas devemos manter os olhos abertos.

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Diálogo

"Em Monlevade, hj foi um dia especial, os professores aprovaram a proposta do Governo, pondo fim à greve. Com diálogo encontramos o caminho."

Gustavo Prandini, pelo Twitter - 11/08/2011 - Aproximadamente 20h15


Gustavo Prandini não estava no Sindicato dos Metalúrgicos durante a Assembléia dos professores. Tudo bem, não poderia para não ser trucidado por vaias. Eu, que estava lá, esclareço: A categoria não aprovou proposta do Governo, conformou-se em discutir a questão retornando ao trabalho. Este tipo de diálogo é bem a cara da Administração atual. Não há. Assim como não há caminho. Mas pessoas são livres para falar o que quiserem, mesmo quando suas atitudes estão no pólo magnético oposto.

Ainda estamos em Agosto de 2011. E tome oração.

sábado, 23 de julho de 2011

Quem procura, acha


Em João Monlevade, podemos procurar por governo local (qualquer um) ou por cabelo em ovo. Um dos dois é fácil de achar, com a ferramenta correta. A fotografia confirma!