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sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Leitores atentos

Acabo de corrigir uma parte do texto abaixo - Comunicação de Qualidade - pois falei em Lei 820/89 quando deveria ter citado a Lei Municipal 920/89. Já fui alertado para o erro - que aconteceu porque eu não conferi o meu texto antes de publicar - e estou pedindo desculpas pelo mesmo.

Admitir erros é uma das tarefas mais doloridas para o ser humano. Eu não gosto, também. Mas existe uma coisinha chamada "decência" que é maior que qualquer vaidade neste mundo. Em nome dela, digo que cometo erros e tento consertá-los.

Até porque, a decência pode estar moribunda no planeta, mas sobreviveu à bilhões de vaidades que já viraram pó. Deve haver algo de útil para aprendermos com este fato.

terça-feira, 5 de julho de 2011

Boa índole

Recebi um puxão de orelhas de alguém que eu adoro muito. Fui informado de que a mídia está fazendo o governo parecer muito pior do que ele está, porque muitas pessoas dentro do governo possuem boa índole.

Confesso que fiquei chateado. Entendo que existe esta possibilidade mesmo, a de misturarmos o trigo e o joio no mesmo caminhão. Mas eu imaginava que o Drops mantinha esta questão bem esclarecida. Par refrescar a memória e fazer o registro correto, vamos repetir:

HÁ, NESTE GOVERNO MUNICIPAL, MUITAS E MUITAS PESSOAS BEM INTENCIONADAS E DE BOA ÍNDOLE. A ELAS O DROPS DE SANIDADE MANTÉM UMA REVERÊNCIA QUE NUNCA IRÁ ACABAR.

Mas eu já havia alertado antes: a imagem de um governo é a imagem de um nome. Assim é que funciona e todos sabem disso antes do jogo começar. Querer mudar as regras do jogo depois dele ter começado é só mais uma tolice.

Por isso, sabendo que há centenas de pessoas bem intencionadas compondo o quadro, e a imagem deste quadro não melhora de jeito nenhum, aquele nome deve ser ruim mesmo, pesado como chumbo e difícil de engolir como espaguete com tachinha dentro.

Às vezes, por mais insano que isso pareça, o ser humano escolhe morrer e se mantém inabalável nessa escolha. Que as centenas de pessoas bem intencionadas e de boa índole sobrevivam é tudo que eu espero.

quarta-feira, 15 de junho de 2011

E-mail de leitora

Bom dia
 
 Gustavo
Quero deixar aqui a minha indignação com a atual administração de nossa cidade, está péssima em todos os sentidos aumento de R$ 30,00, Senhor prefeito faça como o Nozinho, dê bons exemplos...a cidade de são gonçalo é bem menor que a nossa e veja como o mesmo administra a cidade e tem o respeito de todos desde funcionários até a população.
R$ 30 reais dá para comprar o que mesmo?? ahh duas caixas de leite UHT que vergonha, e a viagem como foi, gastou 30 reais apenas.....
 
Saudades do tempo do Prefeito Bil(Germim Loureiro),do prefeito Laercio e  do nosso Saudoso João Bosco(vereador) este nos proporcionava festas maravilhosas e de qualidade, sem transtornos, ahhh bons tempos aqueles e olha que eu era apenas uma criança.
sds
 
Junia


P.S - Este é o segundo e-mail que recebi ontem da leitora Júnia, que solicitou ser identificada apenas pelo prenome. Conforme prometido, está publicado.

terça-feira, 14 de junho de 2011

Comentário do Leitor - "Monlevade precisa de Paloccis"

"A analogia foi ótima, nosso sistema elétrico encontra-se em vias de um curto-circuito. Os fusíveis insistem em querer exercer funções que não cabem a eles executarem, e é nisso que dá. Não aplicando as devidas realidades econômicas, foi noticiado hoje pelas mídias que o Prefeito de São Gonçalo do Rio Abaixo enviou para a câmara municipal, um projeto que viabiliza gratificações para seus servidores. Enquanto isso em Jota Monlé, os sistemas elétricos estão cada vez mais quentes...efeito joule??? Quem sabe..."

Este é um dos motivos que levam um blog, qualquer que seja, a se manter velejando apenas com as latinas, à contravento. Os espaços que servem para que pessoas manifestem o seu intelecto livres de amarras do policiamento político, como os blogs, são ferramentas auxiliares de cidadania e de democracia.

Só posso imaginar que o "Servidor Público", pseudônimo adotado para a preservação de sua própria segurança social, seja uma voz que representa outras muitas vozes, no momento impossibilitadas de dizer o que pensam, como pensam, e porque assim pensam. Tenho que respeitar e aceitar este tipo de anonimato. Não ofensivo, não calunioso, não oportunista. É, em suma, a cara do que tenho tentado apresentar no Drops de Sanidade, desde sua postagem inaugural.

Precisamos aceitar também os valores contrários. Eu aceito os argumentos de que nunca houve gestão pública mais capacitada em João Monlevade. Só não concordo com estes argumentos, mas os aceito em nome da Democracia. Não concordando com eles, quero vê-los encerrados quando a população assim o decidir, o que me parece ser uma data cada dia mais próxima para o município.

Nem por isso, as vozes e os pensamentos devem deixar de fluir. A garantia do Drops de Sanidade eu posso fornecer: aqui, todas as vozes que não sejam ofensivas, caluniosas e oportunistas jamais deixarão de ter espaço. Enquanto este espaço existir, o compromisso é público.

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Comentário do Leitor - "Motor novo em carro velho"

"Bom dia! Não gostei da desanimada que deu em relação à reforma de carro velho. Falo isso porque meu pai faleceu no ano passado e comecei a reformar o fusca que era dele. Mas estou considerando a reforma como uma diversão e, brincadeiras a parte, vou fazer de tudo para o motor novo funcionar uns 10 anos no carro velho. Abraços! Victor"

Bom dia, Victor. Vou aceitar o puxão de orelhas com relação ao carro velho, se ele for um Fusca que tem valor sentimental, como o que agora é seu. Só para relaxar um pouco, lembro que o Fusca é o grande vencedor dos dez carros mais importantes para o Brasil, num ranking que eu elaborei. O resultado está AQUI.

A minha desanimada, graças a Deus, não era com os Fuscas e outros veteranos que temos em nossas ruas. Bem cuidados, eles são é lindos de tudo. A desanimada foi com os diferentes níveis de gerência pública (ou governos, como são conhecidos) em que nenhum motor novo consegue recuperar a beleza original do conceito em que foram criados.

Para comparar, você vai ficar tentado a mexer na lataria, no estofamento, nos cromados, etc. É disso que eu falei. Mesmo o Fusca, que é gigante, demanda mais que um motor novo. Que dirá a nossa política, não é?

Um grande abraço e obrigado pela visita. E capriche no Fusca, tenho certeza de que seu pai irá gostar de ver o resultado, onde ele estiver. 

terça-feira, 7 de junho de 2011

Comentário do Leitor - "Greve em ótimo momento"

O movimento grevista está pautado pela legitimidade, e isso é irrefutável. Sou funcionário público e vivi situações ridículas em assembleias da era "Xerife". Certa vez, a massa contratada do setor que trabalho foi obrigada a votar a favor do aumento sugerido pela administração, onde pateticamente assistimos ao protesto dos comissionados defendendo com unhas e dentes a proposta da base governista. Os tempos são outros, hoje pelo menos podemos expressar nosso descontentamento sem medo de represálias da chefia, coisa inimaginável na administração anterior. Não estou defendendo o "Prandinismo", pois comprovadamente não foi capaz de atender à demanda da coletividade monlevadense. Acontece que foram equívocos políticos diferentes, e pela ótica de um servidor (pelo menos a minha) essa administração nos possibilita expressar o que pensamos sem viver a tortura psicológica de outrora.
7 de junho de 2011 11:23

terça-feira, 17 de maio de 2011

Comentário do Héverton Elias

Vi essa matéria num blog de F1 que acompanho. Achei que ela é a tua cara.

http://colunistas.ig.com.br/flaviogomes/2011/05/14/diferenciado/
17 de maio de 2011 09:23

Héverton, obrigado pela junção do meu nome a uma matéria tão rica de significado. Acho que seu eu efetivamente merecer é porque estou construindo cidadania a partir de minha casa, na figura dos meus pimpolhos Arthur e Bianca.
E agradeço o seu comentário por um motivo ainda mais forte. Não é fácil ver o seu nome em participações externas nos blog´s da cidade. O que significa que o seu nome agrega muita credibilidade ao conteúdo do Drops. Significa ainda mais trabalho para manter e elevar o padrão, rsrs.

sábado, 16 de abril de 2011

Batendo no governo, eu?

Um anônimo me enviou um comentário com três toneladas de insultos pessoais e uma pergunta: porque você está batendo no governo?

Bem os insultos pessoais impediram a publicação do comentário, por razões óbvias. Quanto à pergunta, segque o esclarecimento:

Não estou batendo no governo. Simplesmente não há governo para bater. Estou flagelando o comando administrativo, acompanhando as centenas de colaboradores internos e a própria cúpula, que age como os fanáticos religiosos adeptos do auto-suplício.

Faço-o por razões de cretinismo. Financiei esta cúpula administrativa por duas vezes neste ano de 2011, mesmo já abertamente contrário à ela. O primeiro financiamento foi institucional e cidadão: paguei o IPTU marombado sem reclamar e no dia útil seguinte ao que recebi meus carnês de cobrança. Não pagar seria covardia, porque o caixa municipal está em coma há um bocado de tempo.

O segundo financiamento foi pessoal e caridoso. Por ter sido pessoal, guardo-o para mim. Mas espero ver o ressarcimento dele, no tempo mais rápido possível, porque não sou milionário nem adepto das práticas que a cúpula administrativa atual teima em acreditar que são uma política sustentável.

Para acelerar o processo de ressarcimento, estou me juntando aos supliciadores. Assim que houver uma ação afirmativa e proativa para regularizar este débito vergonhoso e insano, volto ao meu cantinho e deixo a tarefa de desconstruir a administração atual a cargo dela mesma. É insubstituível nessa tarefa.

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Tragédia de Realengo - Resposta Impossível

Esta vai para o amigo (oculto, como me solicitou) sobre as causas e consequências da tragédia no Rio de Janeiro. Em primeiro lugar, apenas para deixar bem claro, minha tristeza é a mesma de todos vocês, mas eu me preocupo mais com as tragédias aqui onde vivo. Questão de coerência.

Em segundo lugar, quem me conhece conhece minha qualificação. Sou um estudioso de minha área, mesmo após quinze longos anos dentro dela. O homem que não se atualiza em intelecto tende a voltar a ser símio. Pronto, falei.

Em terceiro lugar, armas não matam. Pessoas matam utilizando armas, e isso não há Estado ou sociedade que possa controlar permanentemente. Essa notícia não será veiculada por nenhuma rede de mídia. Paciência, faço eu: crimes serão cometidos enquanto houver homens no mundo. A nossa natureza é imperfeita e incompleta.

Portanto, o que nos cabe é tentar minimizar ao máximo as potencialidades. serve para o crime, para a má gestão, para a violência em geral. Não há respostas definitivas, mas perguntas que se acumulam em busca de respostas. Sempre.

Finalizando, o país que queremos é o país que construímos com nossos pequenos gestos. Quem se escandaliza com a chacina mas acha natural não pagar suas contas lícitas, por exemplo, está demolindo o Brasil e não pensa sobre isso, ou pensa que um pilantra a mais não fará diferença.

É por causa de gente assim que uma chacina a mais não fará diferença.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Elogio à urgência

Em meio à toda engenharia que se preparava para acontecer na tarde de hoje, com consequências imprevisíveis por envolver aglomeração de gente, o Judiciário manifestou-se com urgência na questão do crucifixo.

Eu acompanhei com cuidado o início do processo, onde o debate e a discussão aconteceram com os níveis de dignidade que a gente espera ver em todo conflito. Mas o ser humano tende a exagerar, e muito. Toda manifestação pública traz um risco de descontrole emocional. Os promotores de eventos contam com isso, por exemplo, para alavancar o impacto de um show.

Os promotores de debates não contam com isso, porque pode descaracterizar o conteúdo de engrandecimento intelectual que se espera de um debate. Os promotores de aglomeração do povo deveriam temer por isso: é garantia de que tudo sairá do controle se as emoções aflorarem, principalmente se forem emoções negativas.

Os contornos de um incêndio nunca são previsíveis em sua totalidade. Uma pequena chama pode gerar uma tragédia sem precedentes. O Judiciário de João Monlevade, acredito que focado na questão da segurança pública e da proteção à vida, não deixou de se manifestar. Muito mais que abraçar uma ou outra causa, o Poder Judiciário optou por não deixar que o maior bem jurídico que conhecemos, a vida humana, pudesse correr qualquer risco hoje em João Monlevade.

Não se iludam: quando se juntam mais de mil pessoas por uma causa, haverá sempre um pequeno percentual de fanáticos e outro de agitadores compulsivos no meio da multidão. Isso vale para o mundo inteiro. isso quando não houver também agitadores profissionais, colocados ali de forma estratégica para "causar" em proveito de interesses que fariam corar de vergonha até o mais sanguinário dos homens.

Havia e ainda há a possibilidade do descontrole. Mas agora, ainda há tempo para que os "organizadores" de qualquer evento planejado possam direcionar os ânimos para outro foco, que não seja o de confronto de guerrilha.

É a partir desta constatação que aceito, entendo e elogio a urgência adotada pelo Poder Judiciário. Como eu afirmei antes, imaginem se a cidade acordasse amanhã com uma tragédia para assimilar, uma matéria nacional para a mídia explorar e com culpados demais para buscar. 

Repito que teríamos feito o maior papelão de nossa história. E carregaríamos essa vergonha por muitos anos. Neste caso específico, vamos agradecer muito pela urgência.

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Comentário editado

Foi enviado para a postagem "sim, eu sei o que é e como funciona". Espero que o leitor, que se identifica como Sandro Santos, lembre-se de que me reservo o direito de moderar os comentários, para evitar problemas jurídicos. Mas o direito de participar eu não retiro de ninguém. segue a postagem do comentário com alterações que eu fiz:

Célio, sinto vergonha por essa imprensa monlevadense!

Como fazem abordagem de textos e comentarios tao maldosos contra algumas pessoas!

Existem varios buracos nas manchetes...

nao entendo tanta perseguição, principalmente no meio politico.

Sera q essa imprensa so fica calada se o executivo ou mesmo legislativo investirem muito dinheiro, para o meu entender acho q a unica forma de eles fazerem textos NEUTROS seria dessa forma!

Cada hum defende seu EGO primeiro depois vem a UNIAO, a CONSTITUICAO, o ESTADO, o MUNICIPIO e A LEI ORGANICA...p

VC sendo uma pessoa mais leiga e culta no assunto faz uma abordagem sobre esses assuntos para nos precisamos de blogueiros e jornalistas q fazm textos dignos de ser lidos nao, farsa MANIPULADORAS DE PUBLICO!!!

SANDRO O. SANTOS 

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Dialogando

(comentário postado por um leitor anônimo)


olha,Celio;acho muito estranho uma coisa: Se vc nao tem mesmo os o5 veiculos alugados pela prefeitura por que vc postou elogios ao deputado Mauri(UEMG,UFOP ETC)logo apos ter o chamado de imdio de charutaria????? Um velho amigo me disse ha uns meses atras q eu prestasse atençao numa coisa:todos q tecem elogios hoje a atuaçao do nosso prefeito,sao somente os q estao tendo alguma vantagem financeira com ELE.Sera q meu amigo tinha razao? Infelismente acho q sim.

Dialogar é respeitar as opiniões, mesmo que equivocadas. Mas vamos lá:

- SE, E SOMENTE SE, eu tivesse tantos veículos alugados para a Prefeitura Municipal de João Monlevade, estaria em apuros. Não é novidade para ninguém que a PMJM está em crise de caixa e, portanto, fornecedores e prestadores de serviço estão com os papagaios vencidos há um bom tempo. Não tenho estrutura financeira para tanto. E me conhecer é bem fácil, já que até o endereço da minha casa eu já postei aqui. Venha tomar um cafezinho aos Sábados e conhecer minha família, somos gente simples e bem humorada. Não é ironia, é um convite sincero.

- Por que eu não deveria elogiar Mauri Torres, se o investimento em Educação é algo que eu acredito que vai produzir avanços para minha cidade? Elogiar e criticar são o exercício da nossa cidadania, são duas faces da mesma moeda.

- Tê-lo chamado de Índio de charutaria, no episódio da ausência de discussão sobre a Segurança Pública, foi uma forma bem humorada de chamar a atenção. Segurança Pública é o único investimento que depende, de modo muito forte, da pessoa e da presença de Mauri Torres naquilo que importa: a busca de mais investimentos por parte do Estado de Minas Gerais. Nem eu nem você, sozinhos, conseguiríamos esta atenção por parte de nosso Governo Estadual.

- Procure pelo último elogio à atuação do Prefeito aqui no Blog. Nem eu lembro quando foi, porque já postei muitas vezes que o cargo público não me interessa mais que a pessoa de Gustavo. Por enquanto, e até o dia em que chegarmos à conclusão de que não vale a pena estender nosso conhecimento mútuo. No meu cotidiano, converso mais com Marcos Martino, Guilherme Nasser, Werton Santos, Zezinho Despachante, Dulcinéia Caldeira, Cláudia Paiva, Doró e Pastor Carlinos. Será que eu deveria me preocupar com o que a cidade vai pensar de mim, a cada vez que eu for visto conversando com algum deles? Melhor não me preocupar com isso e ir tocando a vida, não é?

- No mesmo raciocínio que eu já adiantei, seu amigo esqueceu de analisar que a PMJM está quebrada. Acho difícil as pessoas que elogiam agora estarem obtendo alguma vantagem financeira, até porque não há financeiro que ofereça suporte para qualquer vantagem. Mas está claro que tanto você quanto seu amigo tem o direito de emitir opinião diferente da minha. O importante é que todos nós evitemos fazer insinuações, porque o ambiente onde há muita conversa e pouca comprovação não interessa a mim e não deve interessar a você, também. Imagino que você, do mesmo jeito que eu, quer ver Monlevade se desenvolvendo bem.

Agradeço a sua participação, e espero ter respondido sem ofender à sua pessoa. Também espero que seu anonimato não seja desnecessário, porque defender interesses divergentes não é errado nem criminoso. Um abraço.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Manifestação de um Leitor

Célio,

Muito feliz a sua colocação, venho a algum tempo tentando entender a inércia do poder público para com a expansão que bate a nossa porta.

Enquanto os políticos se apedrejam e ficam perdidos em platitudes, nós ficamos a mercê de um impacto enorme em todos os segmentos.

No trânsito, já existe um atraso em frente ao vestiário central, em média de 15 a 20 Minutos diariamente no retorno para nossas casas. 

Duvido que alguma ação será tomada. Onde esta a assessoria de comunicação da Arcelor para esclarecer estes temas pontuais.´
A imprensa escrita e falada não se manifesta, a não ser você através desta ferramenta.

Será que é o medo de minguar a fonte. Quero ver ou ouvir algum blogueiro, jornalista, radialista se manifestar nesta questão.

Nada contra a expansão, mas nós merecíamos um mínimo de respeito e satisfação.

sábado, 17 de abril de 2010

13,5 - (4,31 + 4,5) é igual a quanto?


Este tópico só existirá porque, muito de vez em quando, eu firmo posições pessoais. Portanto gregos, troianos, vermelhos, azuis, homens de bem e canalhas de todos os naipes poderão se ressentir. Sugiro uma leitura cuidadosa para que não haja qualquer mal entendido.

Em 2009, a Prefeitura Municipal de João Monlevade aplicou um índice compensatório em sua folha de pagamentos. O valor do índice, igual a 3,5%, desapontou à grande maioria dos servidores municipais. Digo isso porque me desapontaria, não porque eu tenha números reais para entender se foi um índice justo. Não sei se foi ditado pelo fluxo de caixa, visto que ainda estamos nos recuperando de uma crise financeira mundial, que não acabou por completo (como querem alguns esperançosos e outros, idiotas).

Em 2009, a inflação oficial brasileira ficou em 4,31%, confirmando que os servidores municipais de João Monlevade tiveram perda salarial real e média na ordem de 0,81%. Este fato é ruim, e não precisamos comentar o porquê dele ser ruim.

Em 2010, a negociação salarial dos servidores aponta para índices entre 10% e 12% de recomposição da base remuneratória. O índice final de rajuste dependerá da arrecadação oficial do município ao final do ano.

A projeção de inflação oficial para este ano está na casa dos 4,5%.

É questão muito mais social do que aritmética, eu sei. Não me interessa fazer análises sobre a vida financeira dos servidores e ela não é da minha conta. Se os mesmos consideraram que devem discutir e negociar estão cobertos de razão. Pelo menos os honrados.

Só digo que, na aritmética e no momento econômico que passamos, o biênio de 2009/2010 vai fechar com uma recomposição salarial da ordem média de 4,69% para os servidores. Eu acho pouco, mas não sou especialista e não tenho os números reais de arrecadação e rolagem de dívidas municipais para me manifestar com exatidão.

E um adendo: acho pouco para os servidores municipais honrados, frise-se. Porque há canalhas no meio. Sempre há, em toda categoria profissional. Na minha também. Na classe política, na imprensa, na construção civil, na medicina, na religião, nas famílias. O que nos move avante é saber que os canalhas são minoria, e por isso o mundo ainda não desabou.

Este tópico é para clarear as cabeças boas, das pessoas de bem que visitam o Drops de Sanidade: ele só está sendo postado porque anonimamente (como é da natureza de pessoas desleais ou desinformadas) um alegado funcionário efetivo da Prefeitura deixou um comentário no post abaixo.

Para as pessoas de bem, eu peço só que olhem o perfil. Está aí para quem quiser ver e enxergar. Eu não tenho vínculos diretos com a Prefeitura Municipal nem com a política municipal. Sou um analista externo e que acredita em um projeto político, o que são coisas que não devem se confundir.

Sou servidor do Estado de Minas Gerais e tive 10% ou 15% de "aumento" salarial este ano. Não considero muito nem pouco, qualquer que seja o índice. Individualmente, acho que era o reajuste possível ao Ex-governador Aécio Neves.

O que me assombra é ver que os 10% do Aécio são maravilhosos, enquanto os 10% de Gustavo Prandini são malditos, aos olhos de gente muito canalha. E que está infestando Monlevade como nuvem de gafanhotos.

Isto, meus caros, não aceito nunca. Vão abusar da pouca inteligência das "suas negas", porque aqui no Drops o que mais vale é a consciência de trabalhar com realidades comparadas. Nada melhor para identificar os fariseus de sempre...

E fica o meu abraço a todos as pessoas honradas que visitam o Blog. Sejam sempre bem vindos.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Sou bocó e economizei uma graninha


Descobri que sou visto, entre outras coisas, como um bocó. Isto é tão gostoso quanto ter pedra nos rins, mas a gente tem que conviver.

Depois de elaborar um tópico simplista em que justifico o sucateamento do DAE, um anônimo postando como "Marcos" deixou-me dois desafios. Um, o de provar que não sou "bocó". O outro, o de tentar entender porque meu raciocínio estaria incorreto. De lambuja, veio a proposta de que eu pagasse a conta de água do "Marcos".

Bem, começarei desvendando o mistério da minha burrice: não sou tão abestado assim, tanto é que concordei em pagar a tal conta. Mas minha resposta deixava claro que era uma só, hein, "Marcos"? Já tenho doze contas de água para pagar todo ano...

Mesmo sendo bocó, pedi que a conta fosse entregue em minha casa, para eu pagar e devolver depois. Assim e pelo menos, conseguiria identificar se "Marcos" é "Marcos" mesmo.

Não sendo tão bocó assim, declaro que o prazo final para entrega da conta de água já se encerrou. Ninguém que está precisando tanto de dinheiro alheio pode se dar ao luxo de dormir no ponto. Lanço um desafio reverso: se "Marcos" concordar em pagar minha conta de água, entrego na mão em menos de meia hora, se for morador de Monlevade. E deve ser, para ter ficado enfurecido com uma análise tão fria e isenta da situação atual do nosso DAE.

Se não for morador de Monlevade, mando para ele um fax ou e-mail com uma reprodução da minha conta de água. Leva até menos que vinte minutos. ! Talvez eu nem seja um bocozão, afinal...

Quer saber? Acho que não sou bocó. Pensa bem. Economizei uma graninha, já que "Marcos" não mandou a conta para eu pagar. E ainda joguei no lombo dele o desafio de pagar a minha conta de água. Quem sabe ele não topa?

Agenda Oculta? O que diabos leva uma pessoa a se manifestar sobre uma opinião séria e embasada, sem apresentar os argumentos contrários e fundamentados, como se ao não concordar com a realidade pudesse transformar esta realidade em outra? Meninos, se não dão conta de acompanhar a turma, tranquem a matrícula porque tem muita gente precisando das vagas.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

tentando responder a um comentário de grande quilate

"Caro Célio, vc já notou que a própria prefeitura parece já estar assumindo que o Prandini não terá mandato muito duradouro? Pelo menos é o que se depreende da publicidade oficial, que anda assinando suas peças com um intrigante "Administração 2009/2010". Só isso? Um ano de duração? Há algumas alternativas: ou estão inovando na identificação, já que o usual é caracterizar a administração pelo seu período integral; ou têm certeza da cassação; ou ainda é o típico "fogo amigo". Ou o mais simples: incompetência mesmo. Espero que o comentário seja visto e, quem sabe, comentado aqui, porque nos outros espaços "alinhados" com a administração, ou simplesmente "simpatizantes" (como parece serem estes drops), não consegui..."

José Antônio da Silva


Obrigado pela participação, José Antônio. Não é mais que meu dever opinar sobre seu comentário. Comunicação é, do ponto de vista do topo da função, avenida de mão dupla, do contrário fica muito limitada. Vou responder na mesma sequência dos seus questionamentos, para manter a lógica de leitura.

1 - A publicidade oficial não me chega às mãos. Recebo releases, mas dificilmente os reproduzo no blog. O motivo é simples: este é um papel e uma atividade que são mais eficientemente executados por jornalistas. Eu tenho muito respeito pela profissão e não gostaria de usurpar estas funções. Minha praia é a linha opinativa, como você deve ter percebido.

2 - Se eu recebesse publicidade oficial constando uma inacreditável "Administração 2009/2010", chegaria à exata conclusão a que você chegou, pelos mesmos caminhos de pensamento. Eliminando tudo o que é impossível de acreditar, o que sobra é geralmente o que ocorreu em realidade, ou seja, o mais simples. Houve incompetância.

3 - O Drops/Agenda Oculta é simpatizante de Gustavo Prandini. Ele está, atualmente, muito maior do que o Prefeito Municipal. O político ainda vai chegar à dimensão da pessoa, mas o caminho é longo e passa por muitas variáveis.

Caso você tenha a paciência de pesquisar pelo Blog, verá que ao longo do tempo foi postada esta relação de simpatia em muitas ocasiôes. Verá também que foi postada uma paulada ou outra na cabeça da Administração, embora em proporção baixa.

Isto me parece lógico. Ao contrário da Publicidade Oficial que você mencionou, eu não iria pautar os meus corretivos, por incompetência de função. Este papel cabe à oposição político-partidária. Tenho lutado para que ela utilize argumentos lógicos e éticos, que são ferramentas que eu procuro manter no Drops.

O que não posso fazer (por ser um direito de minha cidadania) é o trabalho da oposição. Ainda bem que não defendo o fim dela; muito pelo contrário, senão acho que você não se daria ao trabalho de prestigiar o blog.

Finalizando, sugeriria a você tentar um contato com a Assessoria de Comunicação visando receber uma explicação, no mínimo plausível, para o fato.

Fiquei intrigado, gostaria de ver uma destas peças para gargalhar um pouco e lamentar muito pela minha cidade. Toda falha de um órgão público, infelizmente, é uma falha geral do que somos enquanto pessoas. Deveríamos estar sempre preparados; para o erro porque somos humanos. Para a correção, porque somos capazes.

Espero ter correspondido às suas expectativas de resposta, mesmo com a ressalva necessária de que sou limitado, porque ainda pouco vivido e pouco sábio.

Um grande abraço!