Mas tenham a decência de chorar de inveja boa, do tipo: ah, um dia eu vou ser assim também!!!
J, o José Henriques Jr., o Juninho, o Zé Henriques, pertence àquela Monlevade que acontece fora da curva. Ele não é radialista, não é provedor, não é Deputado, não é Prefeito, não é Jornalista e não é medíocre. Isto serve para dizer o máximo que posso dizer.
Eu choro de inveja na maioria das vezes em que leio o que Zé Henriques produz. Não tenho vergonha de admitir. E choro de raiva quando sei que as ideias, os projetos, as iniciativas, não podem ser tocadas se não houver a tal "vontade política". É o que deve levar o Zé Henriques a chorar... de raiva, eu imagino.
Não tendo como provar, digo como uma "fofoca": acho que uns 10% de todo dinheiro público brasileiro é jogado no lixo, por pura imbecilidade. Juntando aos outros "por cento" jogados fora de outras maneiras menos dignas, isto representa um bocado de dinheiro.
Quando eu e o Zé Henriques estávamos conversando a respeito das Centrais de Compras, éramos observados pelo Vereador Vanderlei Miranda. Ele estava verdadeiramente interessado no teor do diálogo. Espero que esteja pesquisando o assunto. Este é o papel do político, ser a graxa que melhora o rendimento dos motores, na Política em alto nível.
Já postei aqui que, hoje, o setor que fomenta ideias na cidade é o setor de Blogs. Há um exagero evidente nesta afirmação, e estou corrigindo-o antes que se torne motivo de uma polêmica desnecessária. É claro que outros setores sociais produzem boas ideias, mas não em tal volume e nem tão fáceis de atingir. Bastam alguns cliques de mouse.
Mas sugiro a qualquer Vereador mais esperto: coloque alguém para vasculhar a Internet à procura de ideias e projetos aplicáveis à nossa cidade e região. Se a "vontade política" não erguer um muro diante de sua atuação parlamentar, o Senhor (ou Senhora) fará um mandato não menos que histórico, encaminhando e organizando as discussões consequentes.
E já sugeri ao Juninho que se candidate. Poderá ter 12 votos, inclusive o meu. Mas poderá também começar uma jornada em rumo à sanidade política de João Monlevade. Considerando a média histórica do que estivemos elegendo nos últimos anos, seria como mudar do vinagre para o vinho, sem nem precisar passar pela água.
Centrais de Consórcios de Compras: para Saúde, Educação, Administração e o que mais aparecesse. Pelo menos 15% de gastos seriam economizados sem qualquer esforço grandioso ou impensável. Eu sou paciente, posso esperar. Tomara que Monlevade também possa.
Agenda Oculta? Falar bobagens é sempre fácil. Para nosso azar, fazê-las é ainda mais fácil, como pudemos comprovar nos últimos anos.
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