Agora há pouco postei um comentário no Blog do Marcelo Melo, a respeito da primeira experiência de exames do Detran após a determinação de se utilizar cones para balizas. Confesso que não sei se a experiência foi implementada (a dos cones) mas a mudança de pista pareceu não resolver o problema que apontamos ali, faz algum tempo.
Este é um exemplo clássico de que João Monlevade precisa de parcerias necessárias e estratégicas. A cidade cresceu a um ponto em que não será um só indivíduo, uma só instituição ou um grupo apenas que darão soluções e respostas a problemas amplos.
Mas fica uma variável negativa nessa equação: um só indivíduo, uma só instituição ou um só grupo podem - pela simples vontade de se omitir - causar a paralisação ou o insucesso de qualquer iniciativa, mesmo que seja boa para a cidade como um todo.
A Banca Examinadora do Detran possui suas habilidades e competências. Como qualquer instituição, ela possui limites e deficiências também. Os outros setores sociais envolvidos passam pelas mesmas características. Então, que fazer, senão juntar os conhecimentos e vivências num conjunto de ações?
Diziam os "antigos": várias cabeças pensam melhor que uma só. E estavam corretíssimos. Sem o somatório de esforços, muitas boas iniciativas serão inócuas se aplicadas em nossa cidade. Sem desmerecer, jamais, a boa intenção de quem buscar implementá-las.
Que seja o exame de rua do Detran, a instalação de uma unidade de Corpo de Bombeiros ou a busca de minimizar impactos sociais, oriundos da chegada de trabalhadores itinerantes para a obra de expansão da Usina. Todas estas questões só irão adiante, com resultados positivos, se houver harmonia e convergência de esforços. E sem omissão dos que detenham o poder de dialogar em esferas mais amplas que a do município.
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