Bianca Layne gosta de jogar um RPG - a galerinha mais jovem conhece, o resto pesquisa, rs - no videogame, em que um dos personagens solta o verbo com esta frase, ao final de cada batalha. Numa tradução meia-boca, significa "acabou antes de começar".
O jogo se chama Magna Carta, e roda no console Sony PS2. Eu, que vivo também de relativizar, já refleti bastante em como tudo apenas imita a vida. A arte, então, é um fragmento do todo maior. A política, idem. A ciência, o mesmo caminho. A cultura também. Tudo que conhecemos nada mais é que a representação de algo que concretamente a vida já mostrou, de alguma forma.
Vamos relativizar para o ambiente político em João Monlevade. O que observamos é o que deu origem ao mote: acabou antes mesmo de ter começado. Agora, que é tarde demais para começar alguma coisa, fica o produto acabado como um sinal de alerta para os próximos passos, porque não podemos ficar repetindo as batalhas de RPG indefinidamente.
O que me aterroriza é ver que nada está sendo preparado para evoluir do modelo que conhecemos. Só se fala em substituição das peças, mas nunca em mudar o tipo de trabalho que a máquina realiza com elas.
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