Números. Neste caso, não é o número de telefone da Sandy, e os apressadinhos que segurem as pontas, por favor.
estes números pertencem à história do Drops de Sanidade. Dizem respeito ao dia de ontem: foram 323 visitas, 135 novas visitas (novas pessoas conhecendo o Drops) e 445 páginas visitadas (significando que muitas pessoas pesquisaram postagens antigas).
Agradeço inclusive aos que visitaram para descer a bigorna na minha cabeça. um fato inegável é que auxiliaram a engordar estes números. O agradecimento é sincero, não tenho muito tempo para a hipocrisia.
Não posso deixar de agradecer, também, aos dois maiores jornais da cidade. As redações foram generosas comigo ao me destinarem espaço, importantíssimo, de suas capas nas edições de hoje. Ninguém em sã consciência me considera importante a tal ponto. É que as redações, de forma generosa e inteligente, perceberam que Célio Lima é irrelevante, mas o ato protagonizado por ele não foi.
Não existe o "uso da mídia". Pensar em uma aberração como essa é desprezar a capacidade de leitura de cenários, que os editores possuem. O que se pode fazer é oferecer o fato, porque a notícia é construída dentro das redações. tenho uma relação saudável com as redações monlevadenses hoje, porque aprendi com humildade o papel fundamental que elas representam. Eis aí, talvez, um fator de simpatia a ser melhor analisado pelos atores sociais que realmente importam em João Monlevade.
Agradeço a quem me criticou de forma severa. Devo lembrar, porque não sou estúpido por completo, que tudo o que fiz foi anunciado previamente. Ninguém compareceu ao plenário da Câmara para desmitificar, com manifestação contrária, o que me propus dizer. Quem dorme não vê o que se passa, eis a conclusão óbvia.
As críticas foram recebidas com a naturalidade de quem pensa em Democracia. Ela funciona assim, com avanços e com revezes. O homem público e o ator social que não entendem estas duas marés, não vão entender o oceano que as gera.
E quem quer só elogios deve entrar para os conventos de caridade. Não é possível que algum cidadão queira criticá-los. Todas as outras atividades humanas preveem o elogio e a crítica.
Vai um abraço e um agradecimento também à Rádio Cultura. É provável que muitas pessoas venham a confundir as coisas, porque isso convém à oligarquia da informação e da comunicação, mas a Cultura cedeu espaço porque teve interesse genuíno no fato. Para ficar bem democrático, o agradecimento vai para a equipe inteira de jornalismo, e os portadores são Thiago Moreira, Cinara Andrade e Inara Dias, por razão da proximidade ocorrida.
Finalizando, com o mais importante: um grande abraço à Dorinha Machado. Sem hipocrisia, sem falsas premissas. Dorinha sabe muito bem que é atriz social relevante na cidade e na região. Sabe que este espaço reservou para ela, no passado e que reservará no futuro, elogios à sua vida pública e posicionamento político. Ninguém vive 20 anos de política sem aprender tudo que precisa. E Dorinha tem muito é a ensinar a gente como eu.
O único reparo é o da cidadania. Aí, nenhum monlevadense é maior ou menor do que eu mesmo. Somos iguais no desejo de que João Monlevade seja mais que um slogan depois do outro. Ela tem que ser é o nosso lar e, se trabalharmos bem e com afinco, ser o lar de nossos filhos e netos. Democraticamente.
O agradecimento aos blogueiros, como não poderia deixar de ser, virá mais tarde e com destaque. Somos uma "classe" ainda bagunçada, mas já temos etiqueta própria e diferenciada, né?
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