segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Explicando com didática

A imagem abaixo deixou dúvidas, como não poderia deixar de ser. Vamos explicar melhor, torcendo para que desta vez o alunado preste um pouquinho mais de atenção.

Laranjas são citrinos arredondados, com uma casca de textura fina e, é claro, de cor laranja. Possuem miolo mole e sumarento, ideal para ser sugado até que reste apenas um amontoado de material fibroso chamado popularmente de bagaço.

Laranjas costumam variar muito em tamanho, desde os pequenos frutos até aqueles que assombram pelo porte avantajado. São classificadas em duas categorias principais: doces e amargas.

As variedades populares de laranjas doces (citrus sinensis) incluem a laranja campista, laranja bahia, laranja serra dágua, laranja pera Rio e outras. Existe também uma espécie diferenciada, a laranja de sangue. Ela se caracteriza por ser laranja por fora, mas vermelha por dentro, em várias gradações de personalidade, digo, de tonalidade. Tem sabor bem aromático.

As laranjas amargas (citrus aurantium) são mais utilizadas para se fazer iguarias (compota ou marmelada) e sua casca ainda é utilizada na fabricação de licores diversos, como o Mariner ou o Cointreau. Isso é bem ilustrativo de quanto se pode aproveitar bem de laranjas. Neste caso, quando não estão em alguma marmelada estão deixando a população em estado de embriaguês e euforia. Depois sobrevém a ressaca, mas deixemos esta questão de lado por agora.

Além do reforço nutricional que a vitamina C da laranja traz, este fruto também é muito rico em fibras. Talvez, excetuando-se a fibra moral, mas também lidaremos com este aspecto mais tarde. O ponto principal, a ser abordado agora, é que algumas pessoas são alérgicas a fazer papel deste fruto.

Encontrado na natureza, todo laranjal é uma benção para a humanidade. Fora da natureza, não são muitos os seres humanos que se sentem confortáveis fazendo parte de um. E por isso Marina Silva picou a mula, o que diz muito a respeito do seu caráter. E um bocado mais a respeito do caráter dominante que ela resolveu deixar para trás.

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