John Steinbeck escreveu este livro na década de 30. Para não retirar de vocês o privilégio de conhecer o escritor e a obra literária, vai um resumo tosco: homens podem se reduzir ou ser reduzidos a ratos, o contrário - felizmente - é impossível.
Este é o último retorno ao comentário de um anônimo. O blog está aberto aos mesmos, conforme explicado anteriormente. Se o risco é servir de escada para ratos, o benefício é incalculável: mostrar que é possível respeitar as diferenças e abrir espaço para elas. Muito embora eu não vá, de forma alguma, validá-las. A consequência é permitir que ratos tomem decisões que seriam exclusivas de homens.
E minha terra natal já perdeu milhões para estas criaturas (os ratos), portanto fica o recado: haverá espaço e porretadas, sempre que estas últimas forem necessárias.
Há anonimatos necessários. Também já foi explicado no blog.
E há anonimatos genéticos. Alguns seres possuem um gene anônimo, grosseiro, verminal. Faz rastejar quem o possui, mesmo que possua pernas. E criaturas rastejantes, geralmente, só entendem de terra bruta e lodo fedorento. Ainda que tenham pernas.
Venham a mim todos os ratos. Minha formação impede-me de ser autocrático, mas nunca de ser autocrítico. Tenho porretes para todos.
E o blog continuará aberto, com as ressalvas de sempre: tentativas de crime serão censuradas.
Quanto aos senhores roedores, cuidado para não confundirem o blog com o blogueiro. Pessoalmente considero-me uma flor de pessoa, quando não estou esmagando algum rato. Faço isso com regularidade pequena, mas implacável.
Dado o alerta aos ratos, continuem sempre bem vindos os homens de integridade.
Zé Antônio, abaixo existe um mundo de encontros que você pode obter para me achar. Boa sorte.
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