Será? Tantas foram as teorias e práticas aplicadas com fracasso e com sucesso ao amor, que uma a mais não somaria nada ao que já foi dito. Ou somaria?
Para mim, a impermanência sempre sobressaiu nele. Sempre o vi como algo se construindo na goteira dos dias e nos filetes escorrendo das janelas, sob a neblina.
Sempre o vi na chuva, depois no Sol e, quando imaginava já ter visto muito, via-o no arco-íris. Para depois vê-lo na guerra, na dor, na morte e no desespero. Sempre vi o amor como aquele que:
fere, porque é humano. Mas se revela mesmo quando corre para cicatrizar as feridas que causou.
engana, porque é sentimento. Mas se engrandece mesmo quando suporta a derrota pela razão, corrigindo seus enganos.
mente, porquer quer ser eterno. Mas ilumina mesmo quando aceita, de forma serena, que sua hora chegou. Não deixa órfãos e viúvos, deixa amigos de caminhada. E, nesta hora, revela que suas mentiras eram verdades não acontecidas...
Enfim, quando se metamorfoseia, e nesta roda viva causa metamorfoses em seu hospedeiro, é amor. É impermanência, é falta de um gesso a limitar o que pode ou não fazer.
Pensando bem, todo amor é vilão. Mas num mundo incerto, onde heróis surgem e desaparecem a cada instante, ter um vilão certo é ter alguma forma de conforto para a alma e para o espírito guerreiro.
Porque os não-guerreiros estão destinados ao não-amor, com certeza.
Será?
Para mim, a impermanência sempre sobressaiu nele. Sempre o vi como algo se construindo na goteira dos dias e nos filetes escorrendo das janelas, sob a neblina.
Sempre o vi na chuva, depois no Sol e, quando imaginava já ter visto muito, via-o no arco-íris. Para depois vê-lo na guerra, na dor, na morte e no desespero. Sempre vi o amor como aquele que:
fere, porque é humano. Mas se revela mesmo quando corre para cicatrizar as feridas que causou.
engana, porque é sentimento. Mas se engrandece mesmo quando suporta a derrota pela razão, corrigindo seus enganos.
mente, porquer quer ser eterno. Mas ilumina mesmo quando aceita, de forma serena, que sua hora chegou. Não deixa órfãos e viúvos, deixa amigos de caminhada. E, nesta hora, revela que suas mentiras eram verdades não acontecidas...
Enfim, quando se metamorfoseia, e nesta roda viva causa metamorfoses em seu hospedeiro, é amor. É impermanência, é falta de um gesso a limitar o que pode ou não fazer.
Pensando bem, todo amor é vilão. Mas num mundo incerto, onde heróis surgem e desaparecem a cada instante, ter um vilão certo é ter alguma forma de conforto para a alma e para o espírito guerreiro.
Porque os não-guerreiros estão destinados ao não-amor, com certeza.
Será?
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