Muitos de você já viram em filmes ou desenhos animados: um índio de madeira, colocado em frente a uma charutaria ou barbearia ou saloon americano. Ninguém sabe por que ele fica ali. Não fala, não ouve, não se mexe nem se move. É paisagem e só. E entretanto muita gente tenta falar com o cara!
Eu estou chegando à conclusão de que descobri um índio de charutaria aqui em minha cidade. Não fala, não ouve, não se move nem se mexe. Principalmente se for perguntado sobre suas responsabilidades naturais e inerentes a seu cargo público, o mais elevado de toda a região. Meu Deputado...
É paisagem e só.

10 comentários:
“A Notícia” já propalou aos quatro ventos ontem, que Rodrigo de Castro, Mauri e Carlos (F.L.) * Moreira, querem a prefeitura de volta, para dar bons rumos(?), á João Monlevade. Espero que não seja a absurda idéia de Aécio Neves, de desafogar a alta demanda de atendimentos médicos da Capital, à troca de um elefante branco, com o nome da digníssima Mãe do Governante passado.
Que não nos venham com verbas e mais verbas pró nova casa de saúde, para a demanda local e regional, por que Monlevade é Pólo, pois o povo daqui a maior monta, não sabe o quanto custa-nos o Margarida, e o quanto sempre fica faltando, para mantê-lo de pé, sempre por aparelhos...
Sei que já há um tanto de Edis loucos pelas bênçãos de Mauri, para se deitar na vaga de Gustavo Prandini, bem como também acho que o partido político deste senhor-menino, deve também trabalhar por quem o suceda, pois é nome fadado ao fracasso, no que diz respeito ao eleitorado.
Contudo, acredito que, antes de fortalecidos, os opositores à situação atual em que esta cidade se encontra, perdidos politicamente, construam com maturidade e respeito a nós eleitores, o novo líder de Monlevade. (Risos)
Mas, pelo que sei, o seu índio de madeira, por agora, só está se alimentando das informações de seus leva-e traz, e estudando paulatinamente, quem construir para a vaga, já garantida, pensam muitos, na prefeitura.
E, quando ele aparecer de novo, e vai, vai ter que dar ouvidos a mais gente, pois nosso próximo pleito, não comportará um terceiro candidato para ser apenas um boi de piranha eleitoreiro. Vai ser necessário muita luta de bastidores, prá construir o nome certo, tanto pelo lado do “Índio de Charutaria”, quanto PV, PT, ou quem mais pleitear assumir esse timão, e navegar sob as bênçãos da “Belgo”, ou não, né?
seria simples ler essa sua postagem e acreditar; mas porque vc tem 5 veiculos alugados p prefeitura de joao mde; ou nao os tem?
E os 5 veiculos alugados p prefeitura q você tem hem Celio?
Em primeiro lugar, esse negócio de reeleição é um monstrengo que arma uma bomba. Melhor nem pensar em 8 anos e fazer um planejamento para 4, tentando cumprir religiosamente o plano de governo. O problema é que governar não é ciência exata. O acaso intercede, fatos políticos se sucedem, erros acontecem, enfim. O episódio da tentativa de cassação impactou com muita força a atual administração, que ainda tenta se livrar dos seus efeitos funestos. Quem observa o cenário agora, realmente tem a impressão de que o panorama é irreversível, mas como diz o velho ditado mineiro, política é que nem nuvem. Num minuto você olha e vê uma coisa, no minuto seguinte tudo pode mudar. Vamos monitorar as aguas que passam debaixo das pontes.
Não tenho 5 veículos alugados para a Prefeitura, anônimo.
Marcos, até concordo contigo quanto à questão da imprevisibilidade dos momentos políticos, quando diz respeito à política Nacional.
Mas, Monlevade, teima em se fazer diferenciada, e nessa teimosia, ainda é muito atrasada em vários fatores sociais, apesar do grande grau de conhecimento de seu povo, este é atrasado, de visão estreita para o que ocorre em redor, o povo olha demais para o próprio umbigo, do que tem e quer mais, ou do que nao possui, e se ressente quanto a quem tem. Uma inveja/ciúme de estagnação.
E, politicamente falando, esse mesmo povo, vota demais em pessoas de seu imaginário, por que acreditam no que estas fizeram, para si ou quem mais próximo, ou o que deixaram de fazer.
Um dos vereadores que foi nome novo há uns tempos atrás, com expressiva votação à epoca, a quem acompanhei parte dos trabalhos, ainda pensa que vai retornar, sendo que não fez, Nada!
E quando digo nada, é por que a escolha dele em fazer política do sim senhor na câmara, e fazer "favores" aqui e acolá, deu-lhe o retorno em urnas, do que ele semeou.
Mas, para o resto de nós eleitores, que esperávamos o trabalho pela coletividade, nada foi visto, nem a defesa dos interesses públicos básicos, ou quase nada, senão respostas vazias, tipo: "Tô correndo atrás!, pode esperar!", tipo Rubinho Barrichelo...
Se me surpreender no próximo pleito, aí sim, estarei acreditando mais um pouco em Monlevade-povo, por mais um pouco de amadurecimento, melhor conhecimento e vontade, embora não creia muito nisso, por agora.
Vão vê!
Discordo de você sobre o elevado nível de conhecimento do povo. Na realidade, o grosso do eleitorado continua indiferente à política. Na eleição deste ano, pude ver muita, mas muita gente mesmo colando os números dos santinhos que encontravam pelo chão. A maioria nutre simpatias e tem argumentos simplistas para votar nesse ou naquele. Do tipo " vou votar em fulano porque ele é daqui" ou "ele rouba, mas faz". Não existe crítica. No fundo, existem espelhos. Se o sujeito é corrupto, por que não votar num igual? Quanto ao Índio de charutaria, bom, ele fica mudo, impassível, só interagindo com alguns escolhidos. Pra que se expor? Melhor a atitude de ventríloquo, agindo através dos diversos bonecos que controla. Aliás, um desses bonecos deverá ser escolhido e moldado para tentar retomar a prefeitura para os deputados, os "legítimos" donos da cidade.
E, bem, a verdade é que meu lado tolo em querer acreditar em Monlevade as vezes fala mais forte, por que o grosso do eleitorado só não votou num candidato único para Deputado Estadual, por que ele os fez nem sentir saudade, deixando a cidade sob os olhares cuidadosos dos fantoches. (o bom da estratégia política é isso, depois consolidado o seu nome, nem precisa mais correr tanto atrás de voto!)
No mais, digo que há uma melhor visão política, mas não de Monlevade como um todo.
Antes a tal Democracia e exercício do voto, eram tratadas com seriedade e debates, apenas entre os integrantes da prefeitura e câmara, escolas municipais e postos de serviços, familiares, pessoas próximas.
Agora, já é um pouco mais abrangente a percepção da política e seus resultados em nosso dia-a-dia.
Vai demorar, mas ainda veremos a tal “Festa da Democracia”, praticada com seriedade e respeito, compromisso e verdade, aí não será mais adjetivada de “Festa”.
Ainda leva tempo, o trato com as eleições “internas” e “externas”, vai saindo estes espaços citados e alcançando o povão de rua mesmo, que nem sempre quer ouvir e falar disso. Eles não terão por muito tempo “santinhos” prá catar no chão, por que não se deram ao trabalho de avaliar o “lixo” das caixas de correio, antes de mandar prá reciclagem. (outra coisa boa, ao menos a internet os condiciona a ler mais do que antes!)
Estão escrevendo mais errado, mais lêem mais um pouquinho!
Demora, mas essa teimosia tola em deixar as opiniões erradas fazendo morada diante dos olhos, vai sendo transformada! A preguiça que os faz deixar ditarem suas escolhas, também!
A ignorância que os conduz a fazer besteira, para não parecerem ignorantes, vai dar lugar ao conhecimento!
olha,Celio;acho muito estranho uma coisa: Se vc nao tem mesmo os o5 veiculos alugados pela prefeitura por que vc postou elogios ao deputado Mauri(UEMG,UFOP ETC)logo apos ter o chamado de imdio de charutaria????? Um velho amigo me disse ha uns meses atras q eu prestasse atençao numa coisa:todos q tecem elogios hoje a atuaçao do nosso prefeito,sao somente os q estao tendo alguma vantagem financeira com ELE.Sera q meu amigo tinha razao? Infelismente acho q sim.
Tá vendo Marcos?
Muito do que eu penso a respeito da visão política "madura" de Monlevade, está aqui neste espaço:
Eu, que penso que sei alguma coisa de política, tentando aprender, você, praticante, no seio dela, e, anônimo(?), na parte dela que é mais simples, do lado de fora...
Vai mais ou menos de encontro, ao que imagino, são várias formas de se enxergar esses índios.
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