É, eu confesso que não tenho vergonha de sugerir. Não custa nada e pode ser de alguma ajuda. Estive pensando como uma ferramenta de comunicação bem barata e muito abrangente é desperdiçada em João Monlevade e, talvez, no Brasil inteiro. A sacolinha plástica de supermercado.
Certo, a onda é enxergá-la como vilã ambiental. Mas será essa a sua única característica importante? Fico imaginando se uma parceria entre o Poder Público e os supermercados não poderia transformar a pequena vilã em uma ferramenta de cidadania.
Claro que não conheço o processo de fabricação e impressão das sacolas. Mas se não for caro, porque não imprimir em um dos lados algo como os cuidados necessários para combater a proliferação do mosquito da dengue? Ou orientações sobre como obter a Autorização de Viagem para filhos menores de idade? Ou o esclarecimento sobre como separar o lixo reciclável, com telefones de contato dos coletores deste lixo? Ou ainda, os telefones e horários de atendimento dos serviços de atendimento ao público em geral?
Posso estar enganado, mas creio que a sacola plástica chega na grande maioria dos lares monlevadenses. É mais abrangente que jornais impressos. É mais perene que matérias de rádio. É mais inteligente se for utilizada como instrumento de produção de cidadania, em lugar de ser só mais lixo a acumular por aí.
Deixo para os mais inteligentes que eu a tarefa de estudar e verificar a potencialidade da ideia.
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