sexta-feira, 18 de março de 2011

Verdade é poeira

E estes finíssimos grãos voam para onde o vento mandar. Não importa qual vento, se natural ou se fabricado pelas pás de uma hélice qualquer. A verdade é uma probabilidade estatística, apenas.

Sendo poeira, tudo que se obterá dela são fragmentos muito pequenos, que eventualmente se prendam às dobras entre os dedos de uma mão, quando os ventos estiverem soprando. Eu não tenho verdades, tenho grãos de poeira.

O que sei é que tenho mãos.

2 comentários:

ANSELMO DE OLIVEIRA disse...

OLA CELIO , SERA POSSIVEL VC LISTAR O NOSSO BLOG, NA SUA FEIRA DE IDEIAS??

OBRIGADO
ANSELMO DE OLIVEIRA

E O ENDEREÇO E BABADOSBADALOS

Célio Lima disse...

Anselmo, pode ficar tranquilo que listarei ainda hoje. Como estou de plantão no trabalho não poderá ser agora mesmo, mas será feito com muito prazer, ok?