Porque os erros existem para que nós os julguemos com rigor, eliminemos suas possibilidades de ocorrer novamente da mesma maneira e tentemos aprender com eles. Quem se lembrar do meu erro com os focos de mosquito em meu quintal (não eram do vetor de Dengue, graças a Deus), vai também se lembrar que bati na minha própria cara.
Não sou complacente com meus erros. Isso me tornaria uma pessoa pior, por acreditar que fosse superior às outras. E não sou. Sou rigoroso com meus erros e sou rigoroso com todos os erros. Ser "bonzinho" com eles só trás incompetência e atraso.
Vamos ser realistas: de incompetência e de atraso estamos todos de balde cheio. E João Monlevade idem.
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