Conversei apenas meia hora com o Assessor de Governo Tadeu Figueiredo, há mais tempo. É óbvio que nenhum de nós teve tempo para formular uma base de diálogo que pudesse ser considerada produtiva, neste caso. Mas a primeira impressão que eu tive já parece ter se consolidado.
Ele não se "encaixa" no modelo governamental vigente. E, a julgar pelo que houve de avanço efetivo no modelo em si, ou seja quase nada, Tadeu foi enquadrado pelo sistema. É uma lástima, porque observei nele as qualidades que, aprendidas pelos mandatários de agora, suavizariam o semblante carregado deste governo.
Que não gosta e parece mesmo ter nojo de pobres e de seus problemas. Que parece ignorar que governos não geram riqueza alguma, mas são eleitos para distribuí-la da melhor maneira que for possível. E que devem suportar a eterna fiscalização dos donos da riqueza que ele distribui: nós, os contribuintes.
Não gosto de ver meus caraminguás trabalhando para que ricos fiquem mais ricos. Penso que deviam ser utilizados para que pobres fiquem menos pobres, o que inclusive geraria um conforto maior aos olhos de quem não gosta deles e não sabe traduzir suas caminhadas de vida.
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