segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Ser pobre em Monlevade

É ser duplamente pobre, se levarmos em conta uma equação bem simples envolvendo o Banco Munici....ops, o DAE. Vejamos:

Fase 1 - Cortar o benefício de gratuidade da água porque a Autarquia estava sucateada. Isso foi feito, sob o aval de muitas pessoas que ainda acreditavam na seriedade dos propósitos.

Fase 2 - Esperar o cofre da Autarquia se encher de dinheiro. Para os leigos, gestão austera. Para quem entende a dinâmica de serviço público, incapacidade de entender o que é investimento estruturante e a longo prazo. Nesta linha de pensamento, nada mais "natural" que o DAE comprar toneladas de asfalto. A seguir a lógica de pensar na sigla da autarquia como mais importante que seu trabalho, DAE seria "Departamento do Asfalto Eleitoral"?

Fase 3 - Transferir dinheiro do Banco Municipal de João Monlevade para a Prefeitura honrar compromissos vencidos, através da chantagem ou da coerção do Legislativo, porque uma das funções do DAE é fazer através da Prefeitura aquilo que ele poderia muito bem realizar de modo autônomo.

Fase 4 - Nem ouso imaginar, mas sinto que a Prefeitura já está com ela prontinha para sair do forno. O jeito é continuar com nossas orações.

Um comentário:

Eliane Araújo disse...

A maior pobreza que existe é a que provém dos espíritos, principalmente quando são de porcos!