Vou abordar o assunto com profundidade mais tarde. Por agora, fica a boa notícia para a região inteira: com a saída do setor que criava despesas - o Pronto Socorro - o Hospital Margarida entrará numa fase de geração de divisas.
Não falo em geração de lucro porque, sendo filantrópico, ele não pode distribuir dividendos. Mas vai sobrar dinheiro para que a Instituição se mantenha, se fortaleça e frutifique na excelência dos serviços prestados, sob sua responsabilidade, já que o atendimento de Pronto Socorro (o deficitário) vai mesmo para as mãos da Prefeitura. E é a alternativa mais correta, do ponto de vista puramente legal.
A cidade perderá dividendos, mas se pôde isentar taxa de água e deixar a arrecadação do IPTU virar farinha, por que não gastar um pouco mais com a Saúde? Não é o que se cobra, atualmente?
A grande notícia, entretanto, é ver o Hospital Margarida finalmente florescer com viço e vigor, já que o calcanhar de Aquiles financeiro vai ser retirado de suas costas. Aguardemos.
Ter o Hospital Margarida funcionando a pleno vapor, desamarrado de suas obrigações deficitárias, livre para oferecer serviços de qualidade com presteza e eficiência, com quadro completo de profissionais de medicina, com o futuro CTI atendendo à região do Médio Piracicaba inteira... É um sonho e, agora, uma realidade que muito nos orgulhará.
Um comentário:
Célio,
Certíssimo. Baseado neste o ponto de vista poderemos esperar que daqui a 10 anos teremos um dos melhores hospitais de cidade de interior do Brasil, dotado de inúmeras especialidades médicas, hoje não existentes nem monlevade cidade. Pois as sobras financeiras permitirão investimentos jamais recebidos pela entidade.
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