2008 - Carlos Moreira governava com oito vereadores de apoio, e dois de oposição. À época, eu jamais ouvi a PAC (poderosa Armada da Comunicação) afirmar em alto e bom som que a oposição era importante. Eu afirmo: era fundamental.
2010 - Gustavo Prandini governa com sete vereadores de apoio (?) e três de oposição. A PAC se esgoela em confirmar que a oposição é salutar, necessária e fundamental. Eu afirmo: é.
Conclusão: a PAC sempre está tocando não o que o público quer, mas o que o maestro gosta.
2008 - Carlos Moreira tentava finalizar as obras do que seria o Hospital Santa Madalena, um colosso com dois blocos cirúrgicos completos (enquanto o Pronto Socorro do Hospital João XXIII, em Belo Horizonte, opera com cinco). Números? Monlevade iria atender a um público que corresponderia a 40% do atendimento cirúrgico do João XXIII?
2010 - Quem passa pelo local e vê a cratera aberta para os serviços de drenagem do colosso chega a duas hipóteses:
a) Gustavo Prandini abriu o buracão por picuinha ou por incompetência
b) Havia alguma falha de projeto no colosso, há algum tempo, oculta nos meandros da ignorância
Curiosamente, nem a PAC teve coragem de defender a ferro e fogo o colosso. Nem em 2008, nem em 2010. Carlos Moreira não é tão mau político, mas foi pessimamente assessorado quando deixaram que ele se aventurasse nessa.
Conclusão: O colosso é tão explosivo que só Carlos Moreira ainda acredita nele. Humildemente eu recomendaria esquecer e deixar o pepino para quem quiser descascar. Aquilo ali vai afundar carreiras políticas ou João Monlevade. Ou ambos. É questão de tempo.
2008 - As discussões políticas envolviam o quanto Carlos Moreira era maravilhoso e o quanto a oposição era agourenta e retrógrada. A PAC nada fazia para esclarecer melhor como o palco político funciona. E só funciona quando há confronto, mas em alto nível e quando o resultado final é uma cidade melhor para todo mundo, e não só para os políticos do lugar.
2010 - As discussões políticas envolvem o quanto Gustavo Prandni NÃO PODE, DE JEITO NENHUM, fazer um trabalho que venha a ser julgado bom. Até porque a PAC está atulhando o rapaz com demandas menores.
A oposição de agora, claro, tem todas as soluções debaixo do braço. É a "cultura axilar": aquele estudante que não faz nada, mas está sempre com os livros debaixo do braço, parecerá sempre ser o mais inteligente da turma...
Conclusão: A PAC continua seu trabalho de não apontar a incongruência, quando atores sociais importantes deixam de apresentar soluções ou projetos novos. Eu afirmo que eles deixam de ser atores sociais quando agem deste jeito.
João Monlevade jamais me decepciona. Os argumentos ilógicos e falaciosos de seus atores políticos, sempre. Não admira que a população que não é manada fique de boca aberta. É muita mediocridade argentina acontecendo ao mesmo tempo. Quero comer deste salame também, porque estou morrendo de vontade de arrotar presunto.
Daqui a pouco, vou recomendar que os confrontantes se reúnam somente em público, com números e informação de qualidade, para resolver suas questões. O povo, este eterno estandarte, está merecendo participar mais e assistir menos. O programa está ruim demais...
2010 - Gustavo Prandini governa com sete vereadores de apoio (?) e três de oposição. A PAC se esgoela em confirmar que a oposição é salutar, necessária e fundamental. Eu afirmo: é.
Conclusão: a PAC sempre está tocando não o que o público quer, mas o que o maestro gosta.
2008 - Carlos Moreira tentava finalizar as obras do que seria o Hospital Santa Madalena, um colosso com dois blocos cirúrgicos completos (enquanto o Pronto Socorro do Hospital João XXIII, em Belo Horizonte, opera com cinco). Números? Monlevade iria atender a um público que corresponderia a 40% do atendimento cirúrgico do João XXIII?
2010 - Quem passa pelo local e vê a cratera aberta para os serviços de drenagem do colosso chega a duas hipóteses:
a) Gustavo Prandini abriu o buracão por picuinha ou por incompetência
b) Havia alguma falha de projeto no colosso, há algum tempo, oculta nos meandros da ignorância
Curiosamente, nem a PAC teve coragem de defender a ferro e fogo o colosso. Nem em 2008, nem em 2010. Carlos Moreira não é tão mau político, mas foi pessimamente assessorado quando deixaram que ele se aventurasse nessa.
Conclusão: O colosso é tão explosivo que só Carlos Moreira ainda acredita nele. Humildemente eu recomendaria esquecer e deixar o pepino para quem quiser descascar. Aquilo ali vai afundar carreiras políticas ou João Monlevade. Ou ambos. É questão de tempo.
2008 - As discussões políticas envolviam o quanto Carlos Moreira era maravilhoso e o quanto a oposição era agourenta e retrógrada. A PAC nada fazia para esclarecer melhor como o palco político funciona. E só funciona quando há confronto, mas em alto nível e quando o resultado final é uma cidade melhor para todo mundo, e não só para os políticos do lugar.
2010 - As discussões políticas envolvem o quanto Gustavo Prandni NÃO PODE, DE JEITO NENHUM, fazer um trabalho que venha a ser julgado bom. Até porque a PAC está atulhando o rapaz com demandas menores.
A oposição de agora, claro, tem todas as soluções debaixo do braço. É a "cultura axilar": aquele estudante que não faz nada, mas está sempre com os livros debaixo do braço, parecerá sempre ser o mais inteligente da turma...
Conclusão: A PAC continua seu trabalho de não apontar a incongruência, quando atores sociais importantes deixam de apresentar soluções ou projetos novos. Eu afirmo que eles deixam de ser atores sociais quando agem deste jeito.
João Monlevade jamais me decepciona. Os argumentos ilógicos e falaciosos de seus atores políticos, sempre. Não admira que a população que não é manada fique de boca aberta. É muita mediocridade argentina acontecendo ao mesmo tempo. Quero comer deste salame também, porque estou morrendo de vontade de arrotar presunto.
Daqui a pouco, vou recomendar que os confrontantes se reúnam somente em público, com números e informação de qualidade, para resolver suas questões. O povo, este eterno estandarte, está merecendo participar mais e assistir menos. O programa está ruim demais...
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