Em nome da decência, devo admitir que o texto agora é especulativo. Peço a ajuda dos experts para não informar errado. Imaginemos o CTI do Hospital com dez leitos. Seis deles destinados para o SUS. Sobrariam quatro, que seriam geridos de que maneira?
Rumores dão conta de que um plano privado de assistência médica se encarregaria da equipagem. E os médicos, enfermeiros e técnicos? Seriam pagos de que maneira, e por quem? Pelo plano de saúde ou pelo custeio à base de dinheiro público?
Se fossem pagos pelo custeio público, estaríamos diante de uma odiosa equação, onde se tira de todos para bancar o tratamento intensivo de uns poucos. Onde o dinheiro público iria financiar a iniciativa privada, em detrimento de uma sociedade inteira. Seria, pura e simplesmente, manter o nível deste diálogo político no porão.
Sem contar que somaríamos cerca de 1.440.000 reais àquela conta já salgada de 2.190.000 reais mencionadas no texto abaixo.
Durma-se com um barulho desses chegando à nossos ouvidos. Mais tarde, outras pinceladas. Desta vez sobre a atuação eminentemente política (e equivocada) que o Governo Municipal tem adotado na questão específica da gestão de saúde.
Um comentário:
Lucen sera o proximo prefeito dessa cidade e c certeza,vai administrar c maestria e sabedoria,e ele ja provou q sabe aguarde e vera!!!
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